Saiba como tornar o processo de compra do seu imóvel em Guarulhos menos trabalhoso

Conheça alguns itens fundamentais para não se atrapalhar e sair em desvantagem na hora de adquirir seu imóvel

Comprar um imóvel é o sonho de muita gente. Mas, como não é algo que se compra com tanta facilidade devido ao alto valor, o processo de compra de um apartamento em Guarulhos, normalmente, é repleto de confusão e burocracia. Alguns detalhes, no entanto, devem ser estudados para que a compra seja realizada da melhor maneira.

Escolha do imóvel

Definir o imóvel a ser adquirido é um passo fundamental. Ponderar os prós e contras de casas à venda em Guarulhos pesquisar a localização mais apropriada, o tamanho e as dependências do imóvel é importante para não cair em negócios desvantajosos. Isso porque, ao pré-definir as necessidades, fica mais difícil aceitar um negócio que não atenda suas expectativas e deixar-se levar por propagandas enganosas.

Outro ponto importante a ser analisado é se o imóvel será novo ou usado. Se a intenção é um apartamento ou casa para morar com certa urgência, o melhor é adquirir um imóvel usado. Em contrapartida, se for um plano a médio ou longo prazo, o ideal é comprar um imóvel na planta. Dessa forma, é mais fácil conseguir um valor melhor e uma infraestrutura mais moderna.

Analise a documentação do imóvel

Analisar os documentos do imóvel a ser adquirido é importante para verificar se está tudo dentro das leis. Vale a pena, por tanto, investir em uma consulta na imobiliária ou em um advogado que analise a propriedade.

Entre os documentos que devem ser checados, estão:

  • Cópia da matrícula atualizada: a solicitação deve ser feita no Cartório de Registro de Imóvel da região. O próprio vendedor indica o local correto, assim como fornece o número de matrícula;
  • Certidões: Certidão Negativa de Débitos na Junta Comercial, Certidão de Nascimento, Certidão de Distribuição Cível, Certidão Negativa de Débitos Federais de Pessoa Física, Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas;
  • IPTU e condomínio: para checar se o IPTU do imóvel está em dia, basta pedir ao vendedor o número do contribuinte.

Entender a situação do mercado

O mercado imobiliário não é para amadores. É dinâmico e influenciado por muitas questões, como a economia e a política do país. Por isso, acompanhar as atualizações e as notícias do mercado imobiliário é interessante para entender o melhor momento de comprar um imóvel. Dessa forma, é possível entender os preços da cidade pesquisada e analisar o momento certo de fazer o melhor negócio.

Regras e taxas de juros oferecidas em financiamentos também merecem a atenção de quem pretende adquirir um imóvel. Isso porque elas sofrem constantes alterações e, por isso, devem ser acompanhadas de perto.

Análise do financiamento

Com o imóvel escolhido e os documentos revisados, é importante dar o primeiro passo. No caso de ter o dinheiro para adquirir o imóvel à vista, a vantagem é não se comprometer com taxas e juros extras. Se há um planejamento a longo prazo, a compra a vista pode ser efetuada sem maiores problemas.

Se o caso é a opção pelo financiamento, algumas questões devem ser analisadas. O financiamento nada mais é do que uma espécie de parceria com o banco, que funciona quando o banco paga integralmente o valor exigido e o comprador pode reembolsar o banco em parcelas, com um adicional de juros. Até a dívida ser quitada, porém, o imóvel não pode ser negociado.

É importante se atentar às condições do financiamento. Isso porque os bancos oferecem diversas opções, o que torna essencial a realização de uma pesquisa ampla que avalie quais bancos oferecem as melhores condições.

Após a escolha do banco, é hora de negociar a liberação do crédito. Essa é uma etapa importante já que existem diversas formas de financiamento. Confira as principais:

  • Sistema Financeiro de Habilitação (SFH)

Este financiamento é realizado pelo Governo Federal e é garantido por meio do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos) e pelo FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Uma das exigências é que os valores das parcelas não comprometam 30% da renda familiar. As restrições servem como garantia para o consumidor e até mesmo para a própria instituição da inadimplência.

Se o proprietário atual do imóvel estiver utilizando o FGTS quando o bem for comprado, um novo comprador só poderá utilizá-lo após três anos. Trinta e cinco anos é o prazo máximo para quitar a dívida e a compra pode apenas ser efetuada por uma pessoa física.

  • Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI)

Outra forma de financiamento oferecida pelo Governo Federal, esta modalidade tem o intuito de servir como complemento ao SFH e é focada em pessoas com necessidades específicas. Além de os riscos serem maiores em relação ao SFH, os juros e as variáveis também são.

Para realizar esse financiamento, não há um limite de renda comprometida, nem valor máximo. Tanto pessoa física como jurídica podem realizar a compra e é estabelecido um prazo de 35 anos para quitar a dívida.

  • Consórcio

Com o consórcio, não é necessário o pagamento de juros. No entanto, não é algo indicado para quem tem urgência na compra do imóvel. Isso porque cada participante paga uma quantia fixa todo mês. Não há como saber quem é escolhido nos leilões e sorteios, mas existe um prazo máximo de duração. É uma opção indicada para quem está pensando a longo prazo e não quer arcar com juros que encarecem o preço do imóvel.

Processo menos trabalhoso

Mesmo com todas as precauções, adquirir um imóvel tende a ser uma tarefa trabalhosa. Por isso, é indispensável que os detalhes sejam analisados para que o negócio seja efetuado da maneira mais vantajosa. É importante ter calma durante a negociação para evitar a tomada de decisões precipitadas. Uma pesquisa detalhada também é essencial para que não haja um negócio desvantajoso.