Antônio Boaventura
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Criada para proporcionar maior segurança na travessia de vias para os pedestres, a sinalização de solo ou faixa de pedestres têm sido uma das preocupações dos transeuntes na cidade. O HOJE percorreu vias de diversas regiões e ouviu queixas em relação à demarcação precária e a insegurança que isso proporciona aos condutores e pedestres.
Entre as situações mais críticas estão a sinalização da rua Santa Conceição com a avenida Doutor Timóteo Penteado, na região central e próximo da Escola Estadual Conselheiro Crispiniano, e da praça Antônio Ré com a rua Andradina, no Jardim Santa Francisca.
“Isso dificulta a nossa travessia. Fica difícil até de se orientar e saber de quem é a preferência, até por que nem os carros conseguem se orientar. A prefeitura precisa melhorar as faixas de pedestres para que possa evitar acidentes”, disse o operador de caixa Matheus Santos, 25 anos.
“A faixa de pedestre é isso aí? Eu pego e atravesso e conto com o respeito dos motoristas. Não dá pra ninguém ver se tem a faixa ou não. É um risco que todos correm”, observou a diarista Cleonice Souza, 63.
A Secretaria de Transportes e Mobilidade Urbana (STMU) informou que toda cidade passa por um processo de revitalização em sua sinalização viária, tanto vertical (placas e semáforos) quanto horizontal (pintura de faixas e colocação e conservação de lombadas).
Disse ainda que o processo deveria ser concluído até julho deste ano, mas o início de temporada com chuvas acima do normal acabou por atrasar os trabalhos. Mas destaca-se que vias da cidade já foram contempladas, como as avenidas Timóteo Penteado e Suplicy, além das ruas Nossa Senhora Mães dos Homens e Cachoeira, além outras da periferia.
