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POLÍCIA

GCM dispersa participantes de 43 eventos neste fim de semana

A Guarda Civil Municipal (GCM) atendeu a 43 chamados sobre eventos que causavam perturbação de sossego público, neste sábado e domingo, dias 16 e 17....
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Pesquisa mostra que 77% dos brasileiros adultos estão jogando regularmente pelo...

Uma pesquisa realizada pela Adcolony e divulgada pela Adsmovil, empresa de soluções de publicidade digital, aponta que 77% dos brasileiros estão entretendo-se com jogos mobile. 

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Cia Fragmento de Dança abre mostra Mulheres em Cena com ‘Eu,...

Entre 22 e 31 de outubro, acontece a segunda etapa da 5ª edição do“Mulheres em Cena”, projeto idealizado por Vanessa Macedo eproduzido pela Cia Fragmento de Dança, com mostra de 10 estreias outrabalhos cênicos recém estreados, que exploram materiaisautobiográficos e o depoimento como linguagem. As apresentaçõesacontecerão de modo presencial, no Kasulo Espaço de Arte, sede da Cia,e em outros dois espaços parceiros – Teatro Cacilda Becker e OficinaCultural Oswald de Andrade. No encerramento (31), às 19h, asartistas envolvidas se encontram com o público, para um bate-papoon-line pela plataforma Zoom. Na abertura, sexta (22), a Cia Fragmento de Dança ocupa o Kasulo, às21h, para a estreia de “Eu Outra”, um passeio por algumas de suascriações que discutem o feminino. Plagiando a si mesma, a Ciaconstrói sua autoficção, ora duplo, ora sombra, onde os corposdesenham e borram seus contornos em imagens que se organizam e seconfundem no espaço. Com trilha de Gustavo Domingues, a coreografia deVanessa Macedo, dançada junto com Maitê Molnar, conta com aparticipação cênica de Cristiano Saraiva e Vinicius Francês. SandroBorelli responde pela luz, Thainá Souza opera o som e Maitê Molnartambém assina os adereços. Dias 23 e 24, o Teatro Cacilda Becker tem duas apresentações nosábado e uma no domingo.  “Estudo de Ficção”, de Beatriz Sano éo primeiro de sábado (21h). Partindo da premissa de que a ficçãoestá dentro do corpo, o trabalho tenta borrar o limite entre realidadee ficção e potencializar as fábulas e narrativas já existentes numespaço aparentemente vazio. A proposta é criar o máximo depossibilidades de gestos ficcionais, como se cada pequena parte do corpopudesse se desmantelar e objetos saíssem de dentro dele. Comdramaturgia de Júlia Rocha e Eduardo Fukushima, “Estudo deFicção” tem Miguel Caldas na criação de som, Gabriela Luiza na luze Chico Leibholz na operação de áudio.  Alex Cassimiro e HidekiMatsuka assinam o figurino. Na sequência, Mirê Pi dança “Sargaço”, que propõe alargar asinterações afetivas entre corpo-imagem-superfície, dentro de umaperspectiva erótica, tendo o prazer como princípio gerador domovimento. Ao potencializar a experiência erótica na interface dessesencontros, o solo busca questionar o repertório de prazer que compõeum corpo e fundir-se entre matérias, fluídos e possíveis forçasevocadas. Mirê Pi contou com Kamilla Mesquita na dramaturgia, Caio Jadena consultoria artística e Luiza Leal nos vídeos projetados. A trilhasonora é de Ana Galganni e o figurino do Ateliê Thalita Almeida. Domingo, às 19h, Jéssica Barbosa entra em cena com “Em busca deJudith”, dirigido por Pedro Sá Moraes. Ao se deparar com uma foto emum livro e ouvir um relato familiar, a atriz baiana passou a investigaras condições da morte de sua avó paterna, Judith Alves Macedo, quedesde a infância acreditou tivera ocorrido num acidente de carro. Naverdade a mulher negra, mãe de cinco filhos, fora internadacompulsoriamente num hospital psiquiátrico, onde permaneceu até a suamorte, em 1958. A peça é sobre as buscas e descobertas dessahistória, permeada pelo silenciamento das vozes femininas e questõesque atravessam o sistema manicomial. Além da direção, Pedro SáMoraes assina a dramaturgia, a trilha original e também a luz, ao ladode Fabiano de Freitas; direção de movimento, assistência de direçãoe preparação corporal são de Leandro Vieira; Ana Rita Bueno respondepelo cenário e Cris Rose pelo figurino. De 28 a 30 (quinta, sexta e sábado), a Oficina Cultural Oswald deAndrade concentra a apresentação de seis trabalhos, dois por noite. Adançarina, palestrante e escritora, Mona Rikumbi, primeira mulher negrae cadeirante a atuar no Teatro Municipal de São Paulo, apresenta naquinta, às 19h, “Kiua Matamba, a força dos ventos". Por meio dosvalores da cosmovisão africana bantu, o trabalho propõe uma soluçãolúdica, que pode soprar para bem longe de qualquer criação viva, ador, o medo, a pandemia, as diferenças raciais e sociais. Em suamensagem de dignidade e bem viver a todo mundo, Mona Rikumbi éacompanhada ao vivo pelo músico Ngoma.

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