O desaparecimento de Edson Davi, ocorrido em janeiro de 2024, na Praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, permanece sem uma resposta conclusiva.
Diante da ausência de evolução capaz de esclarecer o paradeiro da criança, novos encaminhamentos foram realizados pelo advogado Cristiano Medina da Rocha, buscando ampliar a atuação das autoridades e esgotar todas as linhas possíveis de investigação.
Entre as providências está a busca pela participação da Polícia Federal, diante da necessidade de apuração de eventual deslocamento interestadual ou internacional e de hipóteses que ultrapassem os limites da investigação conduzida no âmbito estadual.
Também foram realizados encaminhamentos para que autoridades brasileiras busquem informações oficiais sobre uma recente operação realizada nos Estados Unidos, na Flórida, que resultou no resgate de mais de uma centena de crianças desaparecidas ou em situação de vulnerabilidade. O objetivo é verificar formalmente se existe qualquer possibilidade de Edson Davi estar entre os menores localizados.
A atuação também busca provocar os órgãos competentes, inclusive na área de Direitos Humanos e das Relações Exteriores, para que sejam realizadas consultas às autoridades norte-americanas e o cruzamento das informações disponíveis.
Mais de dois anos depois do desaparecimento, a família continua aguardando respostas.
“Quando uma criança desaparece, nenhuma hipótese razoável pode ser descartada e nenhuma fronteira pode impedir a busca pela verdade. É dever das instituições utilizar todos os instrumentos disponíveis para encontrar Edson Davi.”, afirma o advogado Cristiano Medina da Rocha, responsável pelos encaminhamentos.
A busca continua. Edson Davi precisa ser encontrado.
