Guarulhos Hoje

Prefeitura realiza ações contra a dengue em mais de 40 bairros em cinco dias

Umaitá Pires / PMG

As ações de combate ao Aedes aegypti em Guarulhos contemplaram 43 bairros entre os dias 21 e 25 de setembro. O trabalho realizado pelas equipes de agentes de combate às endemias do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) incluiu Avaliação de Densidade Larvária (ADL), bloqueios com eliminação manual de criadouros do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, além de inspeções em pontos estratégicos, como borracharias e ferros-velhos.

Na segunda-feira (21), a ADL teve início na Vila Flórida, Haroldo Veloso, Jardim Bananal e Jardim do Papai. Os pontos estratégicos foram averiguados na Vila Fátima, Bom Clima, Cocaia, Jardim Adriana, Vila Galvão, Recreio São Jorge, Parque Santos Dumont, São João e Residencial Bambi.

Na terça-feira (22), as ações de bloqueio foram executadas no Centro e na Água Chata. Já a ADL contemplou a Vila Barros, Jardim Almeida Prado, Bela Vista, Lavras, São João e Jardim Adelina.

Na quarta-feira (23), os agentes concentraram os bloqueios na Ponte Grande. A ADL prosseguiu no Jardim Bela Vista, Vila Barros, Vila Galvão, Vila Augusta, Jardim Adelina, São João, Parque Santos Dumont e Jardim Arapongas. Paralelamente, pontos estratégicos foram verificados no Jardim Fátima e Jardim Presidente Dutra.

Na quinta-feira (24), os bloqueios foram executados exclusivamente no Cumbica. A ADL foi retomada na Vila Barros, Vila Galvão, Vila Augusta e abrangeu Bom Clima, Lavras, Jardim Albertina e Bonsucesso. Os pontos estratégicos foram checados no Parque Santo Antônio, Vila Galvão, Vila Renata, Jardim do Papai, Jardim Presidente Dutra e Jardim Santa Terezinha.

Na sexta-feira (25), houve bloqueios no Jardim Fortaleza, enquanto a ADL prosseguiu na Vila Augusta, Jardim Bela Vista, São João e incluiu Jardim Santa Mena, Vila Carmela e Cidade Soberana. Os pontos estratégicos foram fiscalizados no Jardim Munhoz, Vila São Rafael, Jardim Vila Galvão, Itapegica, Água Chata, Cidade Aracília, Vila Izildinha e Vila Laurita.

Conheça o ciclo do mosquito e como interrompê-lo

A Secretaria da Saúde alerta para os próximos dias com chuvas e altas temperaturas, clima propício para que o mosquito Aedes aegypti se desenvolva e aumente o risco para epidemias. A orientação é para que a população receba os agentes para vistorias e orientações e reforce a limpeza e a organização dos quintais eliminando todo e qualquer recipiente que possa acumular água.

O CCZ explica que os ovos depositados pela fêmea do mosquito nas paredes de recipientes com água parada resistem secos por mais de 1 ano (até 450 dias), à espera de contato com água, quando eclodem em poucos minutos para liberar as larvas. Em condições de altas temperaturas, pode levar apenas uma semana para o desenvolvimento do ovo até a fase adulta se completar, ciclo que pode ser interrompido com vistoria rápida de dez minutos duas vezes por semana.

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