Iniciativa atende estudantes e colaboradores da Instituição de até 59 anos de idade
Na próxima terça-feira (18), a Universidade Guarulhos (UNG), por meio do curso de Enfermagem e em parceria com a Prefeitura de Guarulhos, promove vacinação gratuita contra o sarampo. A ação é destinada a alunos e colaboradores da Instituição de Ensino Superior e acontece das 9h às 16h e 18h às 21h, no Prédio A, localizado na Praça Tereza Cristina, 88 – Centro.
A campanha busca ampliar a cobertura de imunização entre pessoas de 6 meses a 59 anos, independentemente da situação vacinal. Segundo a coordenadora do curso de Enfermagem da UNG, Andrea Diniz, a vacinação é fundamental para reduzir a circulação do vírus e proteger a população.
“Vacinar-se é um ato de amor a si e ao próximo. De acordo com o Ministério da Saúde, cada infectado pode transmitir o vírus para até 90% das pessoas não imunes ao seu redor”, informa.
O sarampo é uma doença infecciosa causada por um vírus e apresenta alto potencial de transmissão. A disseminação ocorre pelo ar, seja por meio da respiração, da fala, da tosse ou do espirro, mesmo antes da manifestação dos sintomas. Entre os principais sinais estão febre, tosse seca, irritação nos olhos, mal-estar intenso e manchas vermelhas pelo corpo.
Segundo informações divulgadas em 7 de agosto, pela Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, o estado possui 23 casos de sarampo confirmados, sendo um em Guarulhos, dois em São Bernardo do Campo e 20 na capital. Diante desse cenário, a vacinação foi intensificada nessas cidades.
De acordo com a professora dos cursos de graduação e pós-graduação em Enfermagem da Universidade Guarulhos (UNG), Jussara Carvalho dos Santos, a queda das coberturas vacinais pode favorecer o retorno de doenças como o sarampo, antes controladas graças à vacinação. Ela ainda ressalta que a imunização é uma responsabilidade compartilhada por toda a sociedade.
“Os esquemas vacinais completos são indispensáveis para erradicar, controlar e prevenir o retorno de doenças infecciosas”, esclarece.
Na década de 80, por exemplo, doenças como a poliomielite e o sarampo chegaram a ser eliminadas em diferentes regiões do mundo graças à ampla cobertura vacinal. No entanto, elas ainda exigem altos índices de imunização para evitar a circulação dos vírus. “Temos que manter a população brasileira vacinada em uma taxa acima de 90% para ter nosso território livre dessas enfermidades”, alerta Jussara.



























