A Polícia Federal apreendeu aproximadamente R$ 300 mil em dinheiro vivo durante uma operação contra uma organização criminosa internacional suspeita de utilizar o Aeroporto de Guarulhos, para enviar cocaína à Europa. As investigações apontam que o grupo contava com a participação de funcionários terceirizados que trabalhavam no terminal e utilizavam o acesso a áreas restritas para facilitar o transporte dos entorpecentes até as aeronaves.
De acordo com a apuração policial, os suspeitos aproveitavam o conhecimento da estrutura e da rotina operacional do aeroporto para driblar os mecanismos de segurança. Os colaboradores aliciados atuavam em áreas de acesso controlado e, conforme a investigação, utilizavam trechos de vegetação próximos à área aeroportuária para atravessar a cerca do terminal carregando malas com drogas.
Após entrar na área operacional, os entorpecentes eram encaminhados ao bagageiro de aeronaves comerciais com destino a países europeus. Dessa maneira, a organização criminosa utilizava voos regulares para transportar os carregamentos ilícitos ao exterior, aproveitando-se da movimentação habitual de passageiros e bagagens no principal aeroporto internacional do país.
Operação apreendeu dinheiro, veículos e celulares
Durante a operação, os agentes federais apreenderam cerca de R$ 300 mil em espécie, além de um carro, uma motocicleta e diversos aparelhos celulares. Os materiais recolhidos devem contribuir para o aprofundamento das investigações, especialmente na identificação dos envolvidos, na análise das comunicações entre os suspeitos e no rastreamento dos recursos financeiros relacionados à atividade criminosa.
O dinheiro apreendido é investigado no contexto das atividades atribuídas ao grupo, suspeito de atuar no tráfico internacional de drogas. A apuração busca esclarecer a participação de cada integrante e a dimensão da estrutura utilizada para retirar os entorpecentes do Brasil por meio do Aeroporto de Guarulhos.
A utilização de funcionários com acesso a setores restritos representa um dos pontos centrais do caso. A suspeita é de que o envolvimento de pessoas familiariz




























