Início Guarulhos Prefeitura reassume gestão da Policlínica Paraventi no dia 1º de setembro

Prefeitura reassume gestão da Policlínica Paraventi no dia 1º de setembro

Em função dos problemas apresentados na gestão das unidades de saúde que estão sob a responsabilidade do Instituto Gerir, que tem sede na cidade de Goiânia, a prefeitura irá reassumir a administração da Policlínica Paraventi a partir do dia 1º do próximo mês. Além daquela unidade de saúde, a entidade sem fins lucrativos também responde pelos hospitais Municipal de Urgências (HMU) e o Municipal da Criança e do Adolescente (HMCA).

Segundo apuração do HOJE, o Gerir ressalta que o valor acordado com a municipalidade já não é mais suficiente para manter as três estruturas. E que por conta da incapacidade financeira a falta de insumos, medicamentos, médicos nas unidades e os recorrentes atrasos no pagamento dos vencimentos dos profissionais contratados pelo instituto para prestarem seus respectivos serviços.

A prefeitura abriu no dia 20 do mês passado o processo de licitação para escolher a nova gestora para os equipamentos. A entidade que vencer o certame irá realizar a gestão compartilhada da execução dos serviços e demais ações de saúde a serem realizadas nos três equipamentos de saúde municipal, assegurando assistência universal e gratuita à população, no regime de 24 horas por dia.

E na última terça-feira (31), o governo guarulhense e a entidade sem fins lucrativos optaram por estender o vínculo entre as partes por mais 30 dias, já que seu contrato se encerrou nos primeiros dias do mês de maio. Por conta dos problemas apresentados no atendimento à população, em especial, no HMU, a prefeitura retomou a gestão da Policlínica Paraventi que atende em média 12 mil pacientes por mês.

No entanto, a administração pública justifica que esta ação é fruto de um conjunto de fatores como ajuste financeiro e, principalmente, por conta da reorganização da rede de urgência e emergência, que visa estruturar as UPAs e serviços de pronto-atendimento (PA) para funcionar como retaguarda dos hospitais, resolvendo os casos de menor complexidade e, com isso, adequar o HMU segundo o modelo de assistência hospitalar, para que ele possa oferecer um atendimento muito mais rápido e eficiente para casos de urgência e emergência.

Antônio Boaventura

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