Os vereadores devem votar amanhã, em sessões extraordinárias, o projeto de lei, de autoria do Executivo, que cria cargos comissionados na prefeitura. A proposta estava pautada no Grande Expediente de ontem, porém não foi deliberada devido a falta de quórum.
Segundo o texto, serão 1.941 cargos com remunerações entre R$ 2,2 mil e R$ 9,5 mil. Juntos eles totalizam gastos mensais de R$ 6,8 milhões – sendo empregados por ano pelo Executivo mais de R$ 81,8 milhões com os pagamentos.

A aprovação da lei poderá complicar ainda mais a situação do prefeito Sebastião Almeida junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Isso porque o órgão já aceitou uma denúncia contra ele de crime de responsabilidade devido a outras leis que criavam cargos de livre provimento na administração municipal.
Além deste PL, nas sessões de amanhã os vereadores deverão, ainda, fixar o subsídio do prefeito eleito, Guti (PSB), e do primeiro escalão do novo governo. Outra proposta a ser analisada será o orçamento para 2017, que está estimado em R$ 4,1 bilhões.

Pacotão – Os parlamentares aprovaram ontem um pacotão com mais de 40 projetos de lei de autoria exclusiva dos vereadores. Dentre ele foi instituída a “Patrulha Maria da Penha”. Segundo a proposta, de autoria do ex-secretário de Segurança Pública, João Dárcio (PTN), a patrulha, composta pelo efetivo da Guarda Civil Municipal (GCM), atuará no atendimento à mulher vítima de violência. O patrulhamento já existe em outras cidades do Brasil, como nas capitais São Paulo e Rio de Janeiro.

Reportagem: Rosana Ibanez
Foto: Ivanildo Porto

3 COMENTÁRIOS

    • muitos falão o que não pensa ? comicionados tanbem tem familia come e bebe tanbem e é trabalhador pedimos aos legeslativo que votem a favor dos comicionados porque guarulhos não estar falido por cauza dos comicionados não isso vem la de tras em tão pense antes de votar porque nois la fora samos os lideres de campanha para voces vereadores de guarulhos pensse bem

  1. Daqui a um mês e meio, após constatar que a ausência dos 1941 comissionados não causou qualquer prejuízo ao bom andamento do serviço, ficará claro que são meros cabides de emprego. A economia será de cerca de 10 milhões por mês, podendo usar este dinheiro para ampliar o número de creches e de postos de saúde, bem como para compra de insumos e equipamentos. Ficou claro que os órgãos de controle externo já entenderam que o número de 1941 é excessivo e utilizar os poucos assessores que comparecem como carregadores de malotes, motoristas, recepcionistas assistentes administrativos é desvio de finalidade e incorre em improbidade administrativa. Que a nova lei dos cargos em comissão não contenha os mesmos vícios, e que na prática os assessores compareçam ao serviço e assessorem. Alegar que sem os assessores a defesa civil pode parar é reconhecer que há desvio e que melhor será fazer concurso público para a reposição dos 1941 servidores

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