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Guarulhos Hoje de 26/04/2017 – Edição 2215

3 Comentários neste post

  1. Marisilda Borghesi Rodrigues

    Se o momento é de cortar gastos, que tal começar fiscalizando os grandes geradores de resíduos sólidos, ou seja, aqueles que geram mais de 200 kg diariamente, e fazê-los cumprir o que determina a Lei nº 12.305/10 que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) que responsabiliza-os a contratar empresas privadas para fazer o descarte correto de seus resíduos. Caso contrário, a Prefeitura continuará arcando com os gastos milionários de coleta, transporte e tratamento do lixo, que se não me engano é calculada pelo peso em toneladas! Além disso, é preciso ampliar os programas de compostagem dos orgânicos, que representam mais da metade de tudo que chega ao aterro! Gestão com atitudes e soluções é o que Guarulhos precisa!!!

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  2. Os prejuízos aos cofres públicos da Prefeitura de Guarulhos têm como uma de suas causas, a entrega indiscriminada de atestados médicos entregues pelos servidores em seus locais de trabalho! O sujeito fica 5 minutos na clínica, hospital ou UBS, só para (re)marcar uma consulta, exame ou retirar um resultado (o que também poderia ser feito via internet ou telefone até por outra ) e não retorna ao serviço, pois pega uma “declaração de horas” que lhe dá o direito de ter meia jornada de trabalho abonada! Isso não consta do Decreto nº 27.631 de 22/04/2010 que regulamenta a Perícia Médica e Ocupacional dos Servidores Municipais da Prefeitura de Guarulhos e dá margens para abusos! Quem criou essa norma? É um caso a ser revisto!!!!

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  3. Outro questão é a do exame médico admissional! Os novos servidores passam apenas por uma avaliação clínica superficial, onde a única exigência para estar “apto” à maioria dos cargos, é apresentar a carteira de vacinação em dia! Com receio de ser considerado inapto, boa parte deles ao preencher a ficha de admissão, nega ter doenças preexistentes ou riscos de hereditárias! O que acontece? Ao ser admitido, passa a faltar ao trabalho e entregar atestados frequentes pois dentre outros casos, é portador de câncer (quimioterapias, radioterapias), problemas renais (hemodiálises três vezes por semana), articulações (fisioterapias constantes) e por aí vai! Seria prudente, adotar um critério mais rigoroso de seleção, a exemplo do servidor estatutário estadual, e solicitar exames completos de próstata, papanicolaou, biológicos (sangue, urina, fezes), radiografia dos pulmões, HIV, etc.. São apenas sugestões que visam diminuir o ônus do município em relação aos seus recursos humanos!!!

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