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Prefeitura aponta dificuldade financeira  para assumir controle do aterro sanitário

Prefeitura aponta dificuldade financeira para assumir controle do aterro sanitário

Crise: Atualmente, o município paga R$ 68,50 por tonelada, que acarretará uma economia aos cofres públicos de, no mínimo, R$ 1,3 milhão por mês

A Prefeitura de Guarulhos afirmou que neste momento não possui condições de administrar o aterro sanitário. E que diante desta condição, ela optou por terceirizar o serviço sem processo de licitação até que seja concluída a licitação de uma empresa para substituir a Quitaúna. A gestão Guti (PSB) aponta uma economia de até 30% com a troca de prestadores.

De acordo com a administração municipal, a contratação emergencial foi realizada pelo fato de o contrato de prestação de serviço com a Quitaúna ter se encerrado e a prefeitura não conseguiria arcar com a manutenção por administração direta. Diante deste quadro, foi contratada a Enob Engenharia Ambiental por quase R$ 7 milhões no prazo de 90 dias.

O governo justifica a contratação afirmando que seria necessário a aquisição de equipamentos e contratação mão de obra técnica operacional especializada para execução dos serviços manutenção e monitoramento do Aterro Controlado; recepção de resíduos classe II e sua disposição final, manutenção e monitoramento do aterro que exige controle geotécnico da estabilidade do maciço, das águas superficiais e subterrâneas.

Além deste processo operacional, a gestão do aterro sanitário precisa de controle de acesso; controle de fauna, e controle aviário conforme exigências da Cetesb e especificações da ABNT NBR 13.896, do Comaer – (Comando da Aeronáutica) e da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

Existe em andamento do processo licitatório, sem data definida para sua conclusão. Segundo a prefeitura, a contratação emergencial é amparada pela Lei 8666/93 e foi realizada visto que trata-se de serviço essencial. Atualmente, o município paga R$ 68,50 por tonelada, que acarretará uma economia aos cofres públicos de, no mínimo, R$ 1,3 milhão por mês. Anteriormente, a prefeitura pagava R$ 98, o que representa uma diferença de cerca de 30%.

Reportagem: Antônio Boaventura
antonio.boaventura@guarulhoshoje.com.br

Foto: Ivanildo Porto

1 Comentário neste post

  1. Sílvia dos Santos Verissimo

    Ola gente boa noite me chamo Sílvia olha gente eu acho na minha opinião que ficar aterrando os lixos não vai adiantar muito, gera mais custos e contamina nosso solo.Acho que deve se atentar e planejar melhor assim evitaremos muitos problemas…então fica a fica que tal pegamos a ideia dos japoneses Reciclar ? sugiro a prefeitura fazer um plano contingente associando a alguma empresa que já atualmente nessa área, muitos dos nossos lixos da para ser reciclados, se não pegarmos firmes nessa questão..pergunto a cada um de vocês o que será do nosso futuro…futuro dos nossos filhos e neto.Falo ao senhorios que esta a frente desse poder o lixo que produzimos deve se tratado com carinho é ouro precioso gera se muito dinheiro…fica a dica em vez de gastarmos que tal ganharmos com ele….abraços

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