Grupo morto em confronto com a Polícia Civil no Morumbi era suspeito de explodir caixas eletrônicos no Hospital Padre Bento

SÃO PAULO, SP, 03.09.2017: VIOLÊNCIA-SP - Confronto entre criminosos e policiais deixa dez homens mortos no Jardim Guedala no Morumbi na zona oeste de São Paulo. (Foto: Zé Carlos Barretta/Folhapress)

A Polícia Civil informou ao HOJE que dos dez mortos em confronto no dia 3 de setembro no Morumbi, dois homens eram suspeitos de participar de uma explosão a caixas eletrônicos no Hospital Padre Bento, que ocorreu na madrugada do dia 30 de janeiro, onde criminosos renderam o segurança de plantão com uma metralhadora e explodiram dois caixas, além de fugir levando uma quantia que não foi revelada.

Mesmo com a divulgação do nome dos mortos, a Polícia Civil não revelou quem eram os dois suspeitos. No caso da explosão do hospital, o impacto fez um grande buraco na parede onde estavam as máquinas. Funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) disseram ter ouvidos tiros pela rua Cavada. Durante a ação, os criminosos estavam em três veículos, um Vectra preto, Astra preto e um Renault branco. Segundo testemunhas, os criminosos estavam armados com metralhadoras e fuzis.

O inquérito que investiga a quadrilha ainda segue em andamento pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Segundo a polícia, os assaltantes estariam armado com fuzis, revólveres e pistolas. O grupo segundo a Polícia Civil é responsável por mais de 20 furtos e roubos a residências, era investigado pelo departamento havia sete meses e atuava em bairros nobres de capital, especialmente Morumbi e Jardim Europa, além de condomínios de luxo na Grande São Paulo, como Cotia e Barueri.

Reportagem: Ulisses Carvalho
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Crédito: Zé Carlos Barretta/Folhapress