A Polícia Ambiental prendeu 114 pessoas neste ano por soltar balões próximos aos aeroportos de Cumbica, Congonhas e Viracopos, em Campinas. Além das prisões, o crime ambiental rendeu mais de R$ 1,6 milhão em multas, e apreensão de 196 balões e o fechamento de 54 locais de fabricação.

A fabricação, venda, transporte e a soltura de balões é considerado crime de acordo com a Lei de Crime Ambiental (9.605/88). Em Guarulhos, houve operações da Polícia Ambiental resultando em prisões no bairro Capelinha, Jardim Cumbica e Jardim Fortaleza, resultando na apreensão de três balões, equipamentos de fabricação e até uma espingarda caseira.

Os números da Polícia Ambiental já ultrapassam o ano passado. Somente os balões apreendidos aumentaram em 12,64%, de 174, contra 196 neste ano, além de R$1,2 milhão de multas aplicadas no ano passado. Nesta última quarta-feira (15), mais um balão foi flagrado voando próximo a uma aeronave em Guarulhos, além de causar o fechamento do Aeroporto do Campo de Marte por 15 minutos.

De acordo com o último balanço divulgado pelo GRU Airport no mês de setembro, somente nos nove primeiros meses deste ano, o Aeroporto de Cumbica registrou 98 casos de balões em rota de aeronaves, sendo a cidade o aeroporto com maior incidência desses casos.

Em outros casos, o Corpo de Bombeiros da Aeronáutica chegou a ser acionado para apagar incêndio próximo ao pátio de aeronaves particulares, porém, nesse caso, nenhuma pessoa ficou ferida, e o fogo se alastrou apenas no mato próximo aos aviões.

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