Na tarde desta quarta-feira (06), por volta das 15h, a irmã da dona de casa assassinada Marines de Souza Moreira, a jovem Marli Aparecida de Souza Moreira, 24, que tem deficiência física, mental e se locomove através de cadeira de rodas, sofreu uma tentativa de estupro no Hospital Pimentas-Bonsucesso, localizado na rua São José do Paraíso, no bairro do Pimentas.

A mãe da vítima, Márcia de Souza, alegou em depoimento que durante a chegada ao hospital, o guardador de carros Jurandi Brito de Sá, 42, teria se oferecido para ajuda-la a empurrar a cadeira de rodas da filha. Ao entrar no hospital, o suspeito continuou ajudando a vítima, e na parte de um ambulatório, quando a mãe da jovem saiu para tomar água, solicitou ao indivíduo para que cuidasse de Marli.
Quando Márcia retornou, Brito estaria com as mãos dentro da blusa da vítima, que estaria gritando. O homem tentou fugir do hospital, mas foi detido pela equipe de segurança e encaminhado ao 4°DP por uma equipe da Polícia Militar.

Ao chegar no Distrito Policial, segundo o delegado Fernando Santiago, outras testemunhas disseram ter visto o suspeito acariciando a jovem. “Duas testemunhas alegaram que Brito passou a mão na genitália da vítima”.
Enquanto realizava o boletim de ocorrência, Márcia foi informada que a outra filha, havia sido assassinada a facadas na própria residência. A ocorrência foi registrada como estupro de vulnerável e o suspeito segue preso provisoriamente enquanto aguarda julgamento.

Reportagem: Ulisses Carvalho
ulissescarvalho@grupomgcom.com.br
Foto: Sidnei de Barros

3 COMENTÁRIOS

  1. Tbm é um absurdo como se tem livre acesso para dentro do hospital estive la na segunda onde pude perceber como esse guardador se carro entrava e saia sem ninguém impedi lo eu passei a tarde toda la e ele entrava por uma porta e saia pela outra com a maior facilidade na frente dos segurança ai pergunto eles estão la para que um absurdo td isso inclusive ele veio puxar conversa comigo mais cortei logo e fiquei bem de olho nas atitudes dele

  2. Bom meu pai ficou internado aí neste hospital por conta de bala perdida, e infelizmente a segurança que “supervisiona” a entrada dos ambulatórios e acesso a escada e elevador é irrelevante. Pois só tem eficácia aqueles guardinhas nos horários de visitas. Pois se alguém conhecesse o caminho até a UTI ou qualquer outra ala hospitalar simplesmente iria tranquilo. E quando não tinha necessidade dos guardas ficar supervisionado eles barram a entrada de algumas pessoas para saber o que iriam fazer e liberavam passagem depois. Não reclamo do atendimento e nem da “hospedagem” e tratamento que meu pai recebeu lá, na verdade essa parte foi maravilhosa. Mas no quesito segurança é um ó Infelizmente.

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