Prefeitura retira 168 toneladas de resíduos das ruas em fevereiro

Prefeitura retira 168 toneladas de resíduos das ruas em fevereiro

A prefeitura retirou 168 toneladas de resíduos, o equivalente a 34 caminhões cheios, descartados irregularmente em ruas e terrenos da cidade, durante fevereiro. O trabalho foi feito por servidores do Departamento de Limpeza Urbana (Delurb), da Secretaria de Serviços Públicos. A soma inclui 28 toneladas de madeira, três toneladas de entulho, 84 toneladas de rejeitos e 16 pneus.

As equipes atuaram nos bairros Torres Tibagi, Cidade Maia, Vila Galvão, Vila Rio, Jardim Rosa de França, Jardim Pinhal, Jardim Santa Clara, Ipanema, Centro, Jardim Santa Emília, Macedo, Tijuco Preto, Recreio São Jorge, Jardim Las Vegas, Ponte Grande e Cumbica de onde, somente da rua Nova Trento, foram retirados dez caminhões de sujeira.

O diretor de Limpeza Urbana, Felipe Nagem, comenta que quanto mais resíduos jogados ruas e terrenos, maiores são os gastos com a limpeza corretiva. “Dinheiro público que poderia ser investido em serviços de zeladoria que trazem melhoria de vida para a população, acaba tendo que ser gasto na limpeza de pontos de descarte irregular. Além do prejuízo financeiro, o lixo descartado irregularmente também em risco a saúde pública”, alertou.

Após separação, parte do material recolhido foi enviado para a Usina Recicladora da Proguaru, no Cabuçu.

Atitudes que fazem a diferença

A colaboração da população é fundamental para a manutenção da limpeza da cidade. Todos podem colaborar não jogando lixo nas ruas, praças, terrenos e rios, respeitando os dias e horários da coleta domiciliar e utilizando os Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), para a destinação adequada e gratuita de madeira, móveis velhos, resíduos da construção civil e demolição, como ferro, argamassa, solo, entre outros materiais.

Endereços e mais informações sobre os 19 PEVs podem ser obtidas no portal oficial da Prefeitura de Guarulhos: www.guarulhos.sp.gov.br/pagina/pev

Fotos: Jackson Argolo / PMG

1 Comentário neste post

  1. Analice Rodrigues C. C. De Souza

    Não tem.pev no Cumbica, sempre temos que pagar por caçamba, mas próximo da minha casa tem. Local que constantemente tem caminhão recolhendo lá.
    Vejo em alguns atos o descaso com o próximo, muitas vezes lá estão sofás, colchões, cadeiras, fogão, que com boa limpeza poderia ser doados para quem sofre perdas nas enchentes, ou que não possa mesmo adquirir uma peça nova.
    E depois essas mesmas pessoas se queixam do governo, sofrem com a alta proliferação dos mosquitos é ratos, e convivem com inúmeras doenças.
    Eu sugiro que a prefeitura estude um meio de que objetos que possam ser reaproveitados sejam reconhecidos em depósitos, lugar tem, há muitos imóveis, galpões desocupados na região, poderia se fazer alas para receber doações, lá abrir espaços para recolocar trabalhadores nem que fosse por uma ajuda de custo, desafogando o bolsa família, e vou longe, desviando os jovens adultos dos vícios e vagabundagem, tem homens feitos o dia todo atrás de Pipa, pois não conseguem empregos, sendo peso suas famílias já tão carentes.
    Quanto ao descarte de material de construção, pode se fazer um reprocessamento destes e ampliar com o material produzido o conserto de nossas vias, que por acaso estão lamentáveis. Ponho me a disposição de auxiliar em tal processo, oferecendo meus conhecimentos dos problemas sociais que convívio como educadora da rede municipal. Isto é possível, isto parte da solução de muitos problemas. Se a pessoa se descobrir como parte do sistema, esse sistema funcionará.
    Mais limpeza, mais saúde;
    Mais solidariedade, menos desigualdade;
    Mais objetivo no trabalho, maior a eficácia;
    Mais conhecimento, melhor sociedade.
    MENOS GASTOS.

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