Reportagem: Ulisses Carvalho

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O corpo do jornalista e professor Arthur Carlos da Rocha, 39, deve ser enterrado na manhã desta quinta-feira (21), no norte de Minas Gerais, na cidade de Berizal. Em Guarulhos, o corpo chegou a ser velado na madrugada de quarta-feira (20), no Cemitério Vertical, no bairro do Jardim Adriana.

Rocha chegou a lecionar aulas para um curso de uma comunidade no Jardim São Francisco. Além disso, foi candidato a vereador pelo Partido dos Trabalhadores (PT) no ano de 2016, porém, não foi eleito e acabou como suplente. De acordo com informações de amigos do jornalista, pela internet ele realizava diversas denúncias de possíveis atos de corrupção contra a administração municipal da cidade mineira.

O jornalista estava desaparecido desde sexta-feira (15), quando inclusive faltou a uma consulta que tinha no médico. Na segunda-feira (18), policiais militares encontraram no inicio da tarde, no bairro da Ponte Grande, na Marginal Tietê, n° 3837,sentido São Paulo, um corpo que estaria envolto a um cobertor e amarrado com fios, segundo informação do boletim de ocorrência lavrado no 5° Distrito Policial como homicídio simples.

Na terça-feira (19), diversas mensagens sobre o desaparecimento de Rocha já circulavam pela internet. O reconhecimento do corpo teria ocorrido por impressões digitais, porque a vítima já estaria em estado de putrefação, e o veículo da vítima, de modelo Corsa, na cor preta, foi encontrado próximo a Rodoviária do Tietê, em São Paulo.

O corpo teria sido encontrado na beira da marginal. Até o momento, nenhum suspeito foi preso e o caso está sendo investigado pelo Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP). O HOJE apurou junto a Polícia Civil, que no local não havia câmeras que pudessem auxiliar em alguma identificação.

Foto: Divulgação

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