Antônio Boaventura

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O processo de reestruturação proposto pelo vereador e presidente da Câmara Municipal, Professor Jesus (sem partido), acabou se tornando uma verdadeira polêmica. Ele afirmou que as mudanças designadas através do projeto aprovado pelos parlamentares, com exceção da vereadora Janete Pietá (PT), deve causar um impacto aproximado de R$ 7 milhões e não de R$ 10 milhões.

“As pessoas falam que terá um impacto de R$ 10 milhões. Onde está isto? Quero entender isso no projeto. Não tem isso no nosso projeto. O impacto chegará a R$ 7 milhões. São 75 vagas de cargo efetivo com concurso. Nós precisamos. Eu como gestor preciso ver o que está faltando nos departamentos”, explicou Professor Jesus.

O presidente entende que a reformulação no quadro organizacional é necessário por conta do baixo número de funcionários em alguns departamentos, da reposição em função da aposentadoria de servidores e dos 38 que tiveram de deixar seus cargos por determinação judicial.

“A Câmara Municipal tem muitos funcionários antigos. Nesse semestre temos cinco pessoas que irão sair por que estão aposentados. E temos o problema com os 38 funcionários. Essa reestruturação já vem sendo discutida a pelo menos três ou quatro meses. Além de vereador eu também sou gestor”, declarou.

Jesus entende que existe uma articulação interna com o propósito de denigrir a imagem de sua administração, bem como a da Câmara Municipal. Ele classificou as últimas publicações como fake news e defendeu a criação de cargos através de concurso público. 

“Quero dizer que é tudo uma falácia e mentira. São fake news. São pessoas que querem denigrir a imagem do legislativo. A criação [de cargos] não existe. São pessoas que não sabem ler e interpretar. [N]A reestruturação da Casa, criamos cargos sim para provimento efetivo. Ou seja, são cargos efetivos . Terão concurso da Casa”, concluiu.

Foto: Ivanildo Porto

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