De mãe para filha: conheça a história da família de servidoras da Polícia Militar

Governo de SP

Há 27 anos, Angela Maria Santos, 50, integra a Polícia Militar do Estado de São Paulo. Nos primeiros anos de corporação, atuou no policiamento das ruas do ABC Paulista. Vivia uma rotina intensa e, entre as operações de patrulha e a atividade policial ostensiva, ganhou a filha Mariana.

Hoje, 24 anos depois, ela celebra a escolha da filha por seguir seus passos como policial militar. “É uma emoção muito grande para qualquer mãe ver um filho se realizando na vida”, conta Angela.

Mariana Farácio serve no 18º Batalhão da Polícia Militar há quatro anos e atua como auxiliar de Recursos Humanos.

“A polícia está na minha vida desde que eu nasci. Quando tinha 4 meses, minha mãe foi transferida para o Corpo de Bombeiros e me levou para a apresentação e eu fui apresentada junto com ela”, narra.

Desde pequena, ela estudou no colégio da Polícia Militar e sempre teve proximidade com a corporação. Quando se formou no ensino médio, pensou em cursar arquitetura mas, durante o cursinho, resolveu seguir o exemplo de Angela.

“Minha maior inspiração é minha mãe e é muito gratificante tê-la como parceira de vida e de profissão”, diz a filha.

A oficial relembra as vezes em que a mãe se esforçou para estar presente em sua rotina e como isso foi decisivo para sua escolha. “Amo contar nossa história para todo mundo. Desde pequenininha, quando tinham as festinhas na escola de Dia das Mães, ela aparecia fardada com o caminhão de Bombeiros e parava tudo. Era a coisa mais incrível do mundo”, conta.

Apesar de ser uma profissão difícil, segundo Mariana, dividir a função com a mãe possibilita que ela tenha alguém para compartilhar as angústias e pedir conselhos, uma vez que Angela já passou por muitas das situações com as quais Mariana se depara no dia a dia.

“A gente tem muita dificuldade dentro da profissão, são muitos desafios internos e na rua. Não é uma profissão fácil. Mas quando eu peço conselhos, ela me orienta e as coisas ficam mais leves”, conclui.

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