Guarulhos recebe itens de projeto ligado à Copa São Paulo de Futebol Júnior para fomentar esporte

Rodrigo Corsi /Ag. Paulistão

A Federação Paulista de Futebol e a Penalty terminaram, na última semana, a entrega dos kits do Legado da Copinha, projeto integrado à Copa São Paulo que distribuiu bolas, coletes e cones de treinamento às 32 sedes da competição em 2023. As entregas foram iniciadas em março e ocorreram no Edifício Pelé, sede da FPF.

Ao todo, foram entregues quase 900 bolas S11 R2 da Penalty, além de 1.728 coletes e 320 cones de treinamento. A ação visa deixar às cidades que sediaram grupos da Copinha um legado da competição, proporcionando uma melhor estrutura no fomento do futebol local. Mais de 10 mil pessoas devem ser impactadas direta e indiretamente.

As cidades-sedes que receberam os kits foram: Alumínio, Araraquara, Assis, Bálsamo, Barretos, Barueri, Catanduva, Cravinhos, Diadema, Franca, Guaratinguetá, Guarulhos, Jaú, Leme, Marília, Mauá, Osasco, Penapólis, Porto Feliz, Santana de Paranaíba, Santo André, São Bernardo do Campo, São Carlos, São José do Rio Preto (duas sedes), São Paulo (3 sedes – Ibrachina, Juventus e Nacional), Suzano, Tanabi, Taubaté e Tupã.

Fabio Moraes, diretor executivo da vice-presidência de Atletas e Competições, destacou o ineditismo do projeto que estreitou a relação entre a FPF e as sedes. “Nós estivemos muito próximos das sedes durante a Copinha. Os funcionários da FPF saíram do prédio e compartilharam a operação com todas as cidades, o que trouxe uma relação cada vez mais próxima. Agora, quando os representantes foram convidados para receber o material do legado nós aproveitamos a oportunidade para conversar e alinhar sobre pontos positivos e negativos visando a competição do ano que vem”, destacou.

Já Bernardo Caixeta, gerente de relações esportivas e marketing da Penalty, falou sobre a importância de dar oportunidades para os jovens. “Assim como a Copinha é uma oportunidade para jovens talentos do futebol brasileiro, o Legado oportuniza crianças a iniciarem o contato com o esporte e, consequentemente, permite que a cidade e um projeto social possa seguir durante todo o ano com a prática do futebol, não apenas durante a Copinha. Esse é o DNA Penalty: a massificação do esporte. Realizar essa ação com a FPF, uma grande parceira, é muito gratificante”, disse.

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