Pelo sétimo ano seguido, Prefeitura de Guarulhos paga o 13º salário antes do prazo

Em todos os sete anos da gestão Guti a Prefeitura de Guarulhos quitou as duas parcelas do 13º salário antes do prazo previsto em lei, 30 de novembro para o primeiro pagamento e 20 de dezembro para o segundo. Nesta quinta-feira (14), seis dias antes do prazo, a administração municipal paga a segunda parcela a mais de 20 mil servidores, o que representa uma injeção de R$ 38,7 milhões na economia guarulhense.

A primeira parcela já havia sido paga com uma antecedência ainda maior, 14 de novembro, portanto mais de duas semanas antes do prazo legal, o que significou um aporte de R$ 28 milhões. Outros R$ 12 milhões referentes à 1ª parcela foram pagos aos funcionários que solicitaram a antecipação do benefício ao longo do ano. O pagamento a ser feito nesta quinta-feira engloba também os funcionários do Ipref (Instituto de Previdência dos Funcionários Públicos Municipais de Guarulhos).

Quase 30% dos municípios encontram dificuldades para pagar o 13º

Pesquisa da Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgada no início do mês mostrou que 28,6% das cidades brasileiras atrasaram o pagamento da primeira parcela do 13º. Participaram da avaliação 4.456 municípios, dos quais 1.246 reconheceram a dificuldade no pagamento.

De acordo com a mesma pesquisa, 9,4% das administrações municipais (229 cidades) afirmaram que atrasariam o pagamento da segunda parcela. Os motivos alegados pelas prefeituras são dificuldades financeiras diversas.

Solidez financeira de Guarulhos

A atual gestão, que assumiu a Prefeitura em janeiro de 2017, além de jamais ter atrasado o pagamento do 13º e nem de qualquer salário dos servidores em sete anos, o fez mesmo com o congelamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) nesse período, benefício que será mantido em 2024 para os que quitam o tributo em dia.

O IPTU é a terceira principal fonte de recursos em Guarulhos, com R$ 785 milhões previstos para o ano que vem, contra R$ 2 bilhões do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) e R$ 1,1 bilhão do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN).

A solidez financeira de Guarulhos também pode ser observada pela queda expressiva da dívida municipal, que passou de R$ 7,4 bilhões no final de 2016 para cerca de R$ 1,8 bilhão atualmente, o que permitiu que a cidade começasse a receber uma quantidade maior de investimentos externos, por exemplo, na construção do novo Hospital Infantojuvenil, previsto para 2024, na chegada do metrô nos próximos anos, no Programa de Macrodrenagem de Controle de Cheias do Rio Baquirivu-Guaçu, no Programa Novo Asfalto, entre outras melhorias espalhadas pela cidade.

Vale lembrar ainda que, mesmo durante a pandemia, quando a arrecadação de todos os municípios brasileiros foi afetada pela restrição de circulação de pessoas, a Prefeitura de Guarulhos não atrasou nenhum pagamento dos servidores.

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