Antônio Boaventura

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A Câmara Municipal retoma nesta terça-feira (12) a votação do projeto de lei que prevê a criação do Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CMCTI), de autoria do prefeito Guti (PSB). A iniciativa será administrada pela Secretaria de Desenvolvimento Científico, Econômico, Tecnológico e de Inovação (SDCETI), que tem como responsável o secretário Rodrigo Barros.

A proposta tem como objetivo dar apoio a projetos de pesquisa, ensino e extensão, projetos de desenvolvimento institucional, científico, tecnológico e projetos de estímulo à inovação de interesse das Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação, registradas e credenciadas no Ministério da Educação e no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e das demais legislações pertinentes nas esferas estadual, distrital e municipal.

“Este sistema local também envolve os ambientes de inovação do Município, com especial menção ao Parque Tecnológico de Guarulhos, considerado projeto estratégico de consolidação do Sistema de Inovação de Guarulhos (SIG). O Fundo Municipal de Inovação é instituído como instrumento para fortalecimento das políticas municipais de ciência, tecnologia e inovação, possibilitando gestão de recursos destinados especificamente para execução destas políticas”, justificou o prefeito Guti (PSB).

Além da preocupação com o desenvolvimento científico e tecnológico, inclusive do Parque Tecnológico, o conselho terá a missão de organizar, estruturar, estimular ou prestar apoio logístico, gerencial e tecnológico ao empreendedorismo inovador e intensivo em conhecimento, com o objetivo de facilitar a criação e o desenvolvimento de empresas que tenham como diferencial a realização de atividades voltadas à inovação.

“O SIG estrutura o ecossistema de inovação local, a ser organizado em regime de colaboração entre entes públicos, privados e com a sociedade civil em geral. As ações no âmbito do SIG deverão ser orientadas pela Política Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação, instrumento de governança participativa elaborado a cada cinco anos pelo Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação”, concluiu.

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