Equipes médicas da CCR NovaDutra fazem 1.189 atendimentos clínicos na via Dutra

A CCR NovaDutra conta com um total de 194 colaboradores, entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem (ou agentes de atendimento de APH), capacitados e treinados para atender acidentes e salvar vidas na rodovia. A definição de que tipo de estrutura mobilizar é feita no Centro de Controle Operacional (CCO), onde há profissionais especializados na avaliação dos tipos de emergência.  

“As equipes de Atendimento Pré-Hospitalar da CCR Nova Dutra são capacitadas para realizar todo tipo de atendimento médico, sejam eles emergências clínicas ou acidentes, assim como também casos que não se enquadrem como  emergências, como um mal-estar ou uma dor de cabeça ocasionados pela viagem, por exemplo.”, comenta Gustavo Rachid, Coordenador Médico da CCR NovaDutra.

As equipes de APH ficam posicionadas em 11 bases operacionais instaladas em locais estratégicos da via Dutra, além de 22 viaturas de resgate de prontidão, 24 horas por dia. Os serviços podem ser acionados pelo Disque CCR NovaDutra 0800 017 35 36, ou por um dos 804 callboxes instalados a cada um quilômetro nos dois sentidos da rodovia.

Atendimentos clínicos – Apesar dos acidentes responderem pela maioria dos atendimentos nos 402 quilômetros da rodovia Presidente Dutra, as equipes de Atendimento Pré-Hospitalares (APHs) da CCR NovaDutra também são acionadas para realizar outros atendimentos clínicos a motoristas que estão em viagem.

Somente nos primeiros quatro meses do ano, foram realizados 1.189 atendimentos clínicos na via Dutra, média de nove atendimentos por dia. Entre tantos casos, está o da pequena Ana Liz, de apenas dois meses, que foi salva pela equipe de APH da base de Arujá, após se engasgar com leite.

O médico que atendeu a ocorrência, Thiago Conti Almeida, conta que a família chegou desesperada e pedindo por socorro à base operacional de Arujá, no km 402 da pista sentido Rio de Janeiro. 

“A criança estava engasgada. O quadro de saúde era muito grave. Ela estava inconsciente e evoluindo para uma parada cardíaca”, lembra Almeida. Rapidamente, ele e o enfermeiro Felipe Fortunato iniciaram o procedimento conhecido como Manobra de Heimlich, que durou aproximadamente um minuto. “Pouco depois, os sinais vitais da criança voltaram”, completou o médico da concessionária.

Já estabilizada, a bebê foi colocada na viatura de resgate da concessionária e socorrida até um hospital de Arujá. No trajeto, Ana Liz foi mantida no oxigênio e teve os sinais vitais monitorados. Para Roberta Silva, mãe da bebê, “se não fosse o rápido atendimento recebido ainda na rodovia pelos médicos da concessionária, hoje, ela não estaria comigo.”