Na Sessão Ordinária desta terça-feira (30) da Câmara de Guarulhos, a concessão do Saae à Sabesp voltou a centralizar as discussões entre os vereadores. Situação e oposição ao governo municipal discorreram sobre eventuais consequências aos servidores que serão transferidos para a autarquia paulista caso o governo eleito nas últimas eleições cumpra a promessa de privatizá-la. Demissões e aumento na conta da água são algumas das possibilidades questionadas.

O assunto entrou em pauta durante o Grande Expediente graças a um dos dez requerimentos discutidos pelos parlamentares.  No documento, a vereadora Janete Lula Pietá (PT) solicita da Prefeitura informações referentes aos servidores do Saae após a promulgação da Lei 7656/2018, que, na prática, repassa a autarquia para a Sabesp.

Na Ordem do Dia, somente um item foi votado antes de os trabalhos serem encerrados por falta de quórum. O veto total da Prefeitura ao Projeto de Lei 1550/2018, de Eduardo Soltur (PSB), que concede o título de Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação à Agência de Desenvolvimento Econômico de Guarulhos (Agende Guarulhos), foi mantido pelos vereadores.

No início da Sessão, durante a Tribuna Livre, o farmacêutico Nelton de Oliveira Ferro chamou a atenção dos parlamentares para a forma como os seus colegas em Guarulhos têm atuado.

Segundo suas palavras, com o objetivo de cumprir metas por vendas impostas pelos seus empregadores, alguns profissionais têm lesado os clientes, sugerindo medicamentos desnecessários e até alterando a receita médica.

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