Comerciantes reclamam dos constantes assaltos no Jardim Pinhal

Reportagem: Ulisses Carvalho

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Comerciantes do Jardim Pinhal reclamam dos constantes assaltos que vem ocorrendo na região e teriam se intensificado principalmente no mês passado e neste mês de outubro. A maior parte dos casos são roubos a lojas de doces, porém, até o momento, mesmo com imagens de monitoramento dos estabelecimentos, até o momento, nenhum suspeito foi preso pela polícia.

“A gente está pensando em se reunir para contratar seguranças com o objetivo de vigiar os comércios”, destacou Marco Rosa, proprietário da franquia da escola de idiomas Fisk, localizada na avenida Tiradentes. Rosa informou a reportagem que vem acompanhando o relato dos amigos comerciantes, e que não ocorre roubos na escola há dois anos, após colocar câmeras e grandes no prédio.

Já a Brigaderia Gi Rondon, localizada na rua Assis Valente, n° 86, uma rua que é travessa da avenida Tiradentes, também já sofreu com um assalto no mês passado. “O assaltante veio até a minha loja uma semana antes para comprar um doce, e durante a outra semana, quando ele voltou eu estava sozinha e aproveitou para anunciar o assalto, levando meu celular e R$ 150 que havia no caixa”, destacou a gerente da unidade que preferiu não se identificar.

Outro caso na região ocorreu na unidade do Subway. Localizada na avenida Tiradentes, no final do mês passado, dois bandidos furtaram a unidade, e no inicio deste mês, três pessoas assaltaram o estabelecimento armados, levando dinheiro e quebrando até uma porta da unidade. De acordo com um funcionário da franquia, que também pediu para não ser identificado, o prejuízo nesses dois casos foi em torno de R$ 2.600.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo (SSP), informou que o primeiro caso citado pela reportagem é investigado pelo 6° Distrito Policial, e o segundo, pelo 1° Distrito Policial. “Ambas as delegacias realizam diligências para identificar e prender os envolvidos e esclarecer os fatos. O policiamento preventivo e ostensivo na região, realizado por meio dos programas de Rádiopatrulhamento, Força Tática, Ronda Escolar, Rocam e Policiamento Comunitário, é reorientado com base na análise dos índices criminais sempre que necessário”, informou em nota a secretaria.

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