Sem parecer técnico, Câmara deixa de votar veto de Guti a Táxi Premium Luxo

Tema de intensa polêmica no final do ano passado, a Câmara Municipal deixou de votar na sessão parlamentar desta quinta-feira (5) o veto do prefeito Guti (PSB) à implantação da categoria Táxi Premium Luxo no município. O HOJE obteve a informação de que o projeto não tem prazo para que possa reunir condições de votação em plenário.

“Foi um entendimento errado do governo e da categoria, até por que já existe este serviço, além de gerar emprego e receita. A cidade merece um serviço diferenciado. O governo se sentiu acuado pela manifestação”, disse o vereador João Dárcio (Podemos), autor da proposta.

A criação desta modalidade teve sua implantação descartada pelo prefeito Guti (PSB), mesmo após aprovação por parte do Legislativo. De acordo com o chefe do Executivo, a legislação é inconstitucional e ilegal, além de entender que este assunto é de competência da União e não do município.

Esse novo modelo seria classificado como táxi de alto de padrão e seus veículos precisam ter cor predominante preta, automáticos e blindados. A sugestão do representante do Podemos propõe que, inicialmente, sejam concedidos 500 alvarás para a categoria entre pessoas físicas e jurídicas. De acordo com o texto do projeto, a tarifa a ser cobrada pelo serviço será de 50% acima da que é praticada pelos táxis comuns. A tabela praticada atualmente tem os seguintes valores: R$ 5,35, Quilômetro rodado (Bandeira 1): R$ 3,42, Quilômetro rodado (Bandeira 2): R$ 4,45 e valor único por transporte de volumes: R$ 1,84.