A incapacidade financeira proporcionada pela dívida de R$ 7,4 bilhões foi um dos motivos apontados pela Prefeitura de Guarulhos por não realizar o Carnaval do ano passado. Entretanto, a administração pública revelou nesta quarta-feira (25) que pode voltar a realizar o evento caso haja interesse da sociedade civil em colaborar com os custos. A Liga Independente das Escolas de Samba de Guarulhos (Liesg) não se pronunciou.

Para a administração municipal, o modelo mais adequado é aquele não onera os cofres públicos para a realização da festa e que consegue conciliar a participação da sociedade civil, comerciantes, empresários e patrocinadores com a logística do poder público, que deve atuar, sobretudo, na viabilização de espaços públicos para que o evento ocorra.

Apesar de confirmar que existe a possibilidade de promover a festa no próximo ano, a prefeitura ainda não discute o assunto com a Liga Independente das Escolas de Samba de Guarulhos. Procurado por telefone e aplicativo de mensagens, Manoel Dionísio, presidente da Liesg, preferiu não comentar o assunto.

O governo municipal lembrou que o carnaval na cidade deste ano, em fevereiro, contou, sobremaneira, com a participação popular para fomentar os blocos de rua, bailes comunitários, eventos nas unidades do Centro de Educação Unificado (CEU), parques, praças e demais equipamentos públicos, trazendo principalmente as famílias para a ocupação desses espaços.

Antônio Boaventura

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