Com a proximidade da cobrança de taxas pelas companhias aéreas por bagagens despachadas, as equipes de fiscalização do IPEM-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), órgão do Governo do Estado que tem como finalidade proteger o consumidor, fiscalizaram nesta segunda-feira, 13 de março, as balanças utilizadas no controle de pesos de bagagens (check in) dos aeroportos de Congonhas (São Paulo), Cumbica (Guarulhos), Viracopos (Campinas), Araçatuba, Bauru, São José dos Campos, São José do Rio Preto, Presidente Prudente e Ribeirão Preto.

No total, foram fiscalizadas 409 balanças, sendo 71 (17%) reprovadas nos aeroportos de Cumbica, Congonhas, Presidente Prudente e São José do Rio Preto. Abaixo as reprovações.

O Aeroporto Internacional de Guarulhos, popularmente conhecido como Aeroporto de Cumbica, apresentou irregularidades. Das 227 balanças fiscalizadas, 61 foram autuadas. Sendo 1 devido ao erro de 800g em 45kg contra o consumidor e 60 módulos indicadores interditados por falta de exame preliminar.

Em Presidente Prudente, das 7 balanças fiscalizadas, 4 foram reprovadas, sendo 2 com erros de 200g em 75kg contra o consumidor, 1 com o visor fora do alcance do consumidor e 1 reprovada com erro sem prejuízo ao consumidor.

No aeroporto de São José do Rio Preto, das 11 balanças fiscalizadas, 5 foram reprovadas devido ao visor estar fora do alcance do consumidor.

Na capital, ocorreu uma reprovação, sem prejuízo ao consumidor, das 51 balanças fiscalizadas no Aeroporto de Congonhas.

Foram aprovadas as 3 balanças do aeroporto de Araçatuba, 2 balanças de Bauru, 84 de Viracopos, em Campinas, 11 de Ribeirão Preto e as 9 de São José dos Campos.

“O objetivo desta operação especial foi intensificar a fiscalização dos instrumentos, especialmente os situados no check in para despacho de bagagens, a fim de averiguar se estão pesando corretamente e evitar prejuízos aos passageiros, como cobrança indevida de excesso de bagagem – caso a balança esteja desregulada”, explicou o superintendente do IPEM-SP, Guaracy Fontes Monteiro Filho.

Vale lembrar que o passageiro deve observar, ao chegar no check in, se o visor da balança está zerado antes de posicionar a bagagem e se há o selo de verificação do instrumento com validade de 2017 ou 2018, que atesta que a balança foi verificada.

Dentre as irregularidades que podem ser encontradas estão as balanças sem lacre e desreguladas; instrumentos com visor danificado, que dificulta a leitura do peso ou sem obstrução do visor; deslocamento da plataforma de pesagem, que pode resultar na pesagem incorreta; e instrumentos sem o controle de verificação legal.

Em 2016, durante operação especial nos aeroportos, foram encontrados erros no aeroporto Viracopos, em Campinas. Das 50 balanças fiscalizadas, quatro (8%) estava irregular com erro de 600g em 150kg, levando prejuízo ao consumidor.

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