Pesquisa aponta que 61% dos tutores consideram o pet como membro da família

Alimentação saudável, cuidados com a saúde, bem-estar físico e mimos de todo tipo. Foi-se o tempo em que a expressão ‘vida de cão’ era usada como sentido negativo. Uma pesquisa inédita realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais com internautas que possuem ou são responsáveis financeiros por um animal de estimação revela que 61% dos entrevistados consideram seus pets como um membro da família.
É o caso da dentista Priscila Regina Spina e do seu filho Enzo Spina Amorim. Eles são tutores de dois cachorros: a poodle Katucha (de 14 anos) e o shih-tzu Kevin (1 ano). “Eles tomam banho toda semana, sempre andam enfeitados e com roupinhas. Onde eu posso levar eles estão comigo, além de dormirem na minha cama, principalmente quando está frio”, afirmou Priscila.

No total, 76% dos brasileiros com acesso à internet possuem animais de estimação, sendo que os mais comuns são os cachorros (79%), gatos (42%) e pássaros (17%). Completam o ranking os peixes (13%), tartarugas (6%) e roedores (5%), como coelhos, camundongos, furões e porquinhos da índia.
De acordo com os entrevistados, as principais prioridades para quem tem um animal de estimação como cão, gato ou roedor, é proporcionar alimentação saudável (79%) aos pets, além de cuidados com a saúde (79%) e confortos para dormir (58%) – neste último caso, 23% dos entrevistados disseram que o pet costuma dormir no mesmo quarto que o dono. Os passeios (55%), atividades físicas (47%) e banhos em casa (46%) também são lembrados, indicando que a disposição dos donos vai além de meramente garantir comida e abrigo para seus companheiros.

Metodologia – Foram ouvidos 796 consumidores com o objetivo de identificar o percentual de entrevistados que possuem animais de estimação. Em seguida, um novo levantamento foi realizado com 610 casos para identificar as características das pessoas que têm animal de estimação. Resultando, uma margem de erro no geral de 3,5 p.p para o primeiro levantamento e 4,0 p.p para o segundo levantamento. Em ambos os casos trabalhou-se com um intervalo de confiança a 95%.