Após dez anos, Gote da GCM agora passa a se chamar Romu

Após dez anos com a nomenclatura de Grupo de Operações Táticas Especiais (Gote), da Guarda Civil Municipal (GCM), mudou de nome e agora passou a se chamar Ronda Ostensiva Municipal (Romu). A mudança do grupo de elite foi uma questão padronização de acordo com as outras unidades. Nestes dez anos de Gote, o grupo se destacou com diversas operações entre combate ao tráfico de drogas e até afogamentos.

A sede da Romu está localizada na rua Miguel Bionde, região do Itapegica. O HOJE apurou que a reforma da sede custou R$ 75 mil, vindos de contribuições e também dos próprios agentes. A frota é composta por quatro viaturas de modelo Hylux e oito motocicletas no modelo XRE 300, além de 48 agentes.

Durante a cerimônia da Romu, o secretário de segurança Gilvan Passos não compareceu, e em nota, a prefeitura alegou que o secretário acompanhou o prefeito Guti (PSB), em um compromisso de última hora, sendo representado pelo comandante Messias e o Chefe de Gabinete, Júlio César.

Quando questionada se a frota do grupo de elite da Romu pode sofrer com a contenção de gastos de combustível, a secretaria afirmou que essa situação ocorreu devido a renovação do contrato, porém, o problema já foi solucionado no dia 01 de outubro.

Além do comandante Messias, o evento contou a presença de políticos como deputado Gileno e o ex-secretário João Dárcio, além da presença de GCMs da cidade de Paulínia, Diadema, Santo André e São Caetano.

Reportagem: Ulisses Carvalho
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