O assassinato Evelyn Christine Bueno Pereira, ainda continua sem solução, segundo alega o irmão da vítima, o autônomo Daniel Levy Bueno Pereira, 24. A família diz que compareceu até o Setor de Homicídios da Seccional de Guarulhos (SHHP) nesta terça-feira (16), e de acordo com Pereira, a Polícia Civil disse que continua investigando o caso.

“Passou um ano e ficou tudo na mesma. Ela deixou uma filha de três anos e um menino de sete, que hoje vivem com a avó”, revelou Pereira. A morte de Evelyn, que trabalhava como auxiliar de limpeza no Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos, ocorreu no dia 26 de maio do ano passado, quando a jovem seguia para o trabalho.

A jovem foi morta com dois tiros, que teriam atingido a região da cabeça e toráx, quando passava na avenida Natália Zarif, n° 1055, há 400 metros do Terminal Taboão, na marginal do rio Baquirivu-Guaçu. Durante a ação, nenhum pertence da vítima foi levado.

No dia 28 de maio do ano passado, um suspeito de ter participado no crime chegou a ser preso quando estava na rua Jerônimo Monteiro, na região do Taboão, porém, foi solto no dia 5 de junho, devido à falta de provas.

Questionada sobre as investigações, a Secretaria de Segurança Pública (SSP), afirmou que o caso continua em andamento pelo Setor de Homicídios da Seccional de Guarulhos (SHPP), e que as investigações tiveram inicio no 9° Distrito Policial, quando alguns suspeitos chegaram a ser interrogados, porém, não houve elementos suficientes para o indiciamento deles. “As investigações foram encaminhadas ao SHPP que ouve testemunhas, examina quebras de sigilos telefônicos autorizados judicialmente, dentre várias outras providências que estão sendo tomadas para identificar e prender o autor do crime”.

Reportagem: Ulisses Carvalho

ulissescarvalho@grupomgcom.com.br

 

 

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