Reportagem: Ulisses Carvalho

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A ouvidoria da polícia de São Paulo abriu nesta quarta-feira (21), um procedimento para apurar sobre as três mortes ocorridas durante o baile funk que ocorreu na rua da Pátria, no Jardim Vermelhão, região do Pimentas. O caso também começou a ser investigado pela Polícia Civil do 8° Distrito Policial.

Já a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP), afirmou em nota que o Setor de Homicídios da cidade também acompanha o caso. “A PM também instaurou inquérito policial militar para apurar todas as circunstâncias dos fatos e verificar se há conexão entre as mortes e uma tentativa de abordagem, em que os suspeitos fugiram em direção à festa”, informou a SSP.

Em um vídeo publicado na rede social, o cantor de funk que realizava o show no momento em que começou o tumulto, MC Kapela, afirmou que mesmo diante da confusão tentou continuar a apresentação. “Continuei o show, veio bomba de gás lacrimogênio em minha direção, pisaram nas minhas costas, ficou meu tênis, boné e microfone. Eu também fui vítima”, destacou o cantor.

O baile funk que já vem ocorrendo há seis anos, segundo um comerciante, não tinha autorização da prefeitura. O caso ocorreu na madrugada do sábado (17), culminando na morte de três pessoas que foram pisoteadas. As vítimas são Marcelo do Nascimento Maria, 34, Micaela Maria de Lima Lira, 27, e o jovem Ricardo Pereira da Silva, 21.

A confusão teria começado segundo moradores após a PM atirar bombas de gás lacrimogênio, porém, a polícia alega que teria sido recebida com hostilidade pelas pessoas que estavam presentes no ‘Baile do Vermelhão’.

Foto: Reprodução TV Globo 

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