Os usuários do Pronto Atendimento do Maria Dirce, localizado na rua Ubatã,n°100, no bairro Jardim Maria Dirce, reclamam porque no momento da triagem, quando além do preenchimento da ficha, geralmente os pacientes tem a medição da pressão realizada por algum enfermeiro, porém, neste caso não vem sendo realizado na unidade.

“Fui no PA quando estava com dor de garganta e quando cheguei na triagem, apenas perguntaram o que eu sentia e não realizaram a aferição de minha pressão”, afirmou a auxiliar administrativa Gisele Godoy, 28, alegando também que a situação ocorre com idosos, o que pode acabar se tornando um perigo, caso precisem da prescrição de algum medicamento.
Além do PA Paraíso, outras unidades estariam não realizando a aferição da pressão do paciente, como o PA Paraíso e o Pronto Atendimento do Pimentas. “O próprio médico quando me atendeu me falou que esse não era o procedimento adequado”, revelou Gisele.

A reportagem do HOJE entrou em contato com a Secretaria de Saúde, que confirmou o procedimento. “Os serviços da rede municipal de saúde trabalham com o Protocolo Manchester de classificação de risco, sistema que é utilizado mundialmente e que não preconiza a aferição de pressão arterial na sala de classificação de risco. Essa função fica a critério do médico, quando houver necessidade”.

Reportagem: Ulisses Carvalho
ulissescarvalho@grupomgcom.com.br

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