Taxa de mortalidade infantil em Guarulhos cai 8,1%

Taxa de mortalidade infantil em Guarulhos cai 8,1%

A taxa de mortalidade infantil em Guarulhos, que era de 12,4 para cada mil crianças nascidas vivas em 2016, caiu para 11,4 no final de 2017, uma diminuição de 8,1%. “O ideal é levar esse índice para menos de 10, vamos perseguir esse objetivo, mas conseguir derrubar 1 ponto em apenas um ano de governo deve ser considerado uma grande conquista, já que a taxa de mortalidade infantil é o espelho principal da gestão da Saúde”, explicou Sérgio Iglesias, secretário municipal de Saúde. “Estamos muito próximos do índice do Estado de São Paulo, que era de 10,9 em 2016”, completou.

A queda na taxa de mortalidade infantil foi um dos índices divulgados nesta quarta-feira pela Secretaria Municipal de Saúde durante apresentação da prestação de contas do 3º quadrimestre de 2017 à Câmara Municipal. De 37 indicadores que medem quantidade e qualidade em atendimentos ligados diretamente à Saúde, 35 obtiveram melhoras consideráveis ao final de 2017, o primeiro da nova administração municipal, em comparação com o ano anterior.

A melhora no atendimento médico em Guarulhos é reflexo da política adotada pela nova gestão, que – diante das necessidades da área – elevou os investimentos em 2017 para 31,27% do Orçamento do Município, mais do que o dobro do que o exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. “Os índices refletem este trabalho, visando recuperar uma das áreas que mais enfrentavam problemas em Guarulhos”, afirmou o prefeito Guti. “A queda na taxa de mortalidade infantil representa um conjunto de ações adotadas, visando a valorização da vida das pessoas”, completou.

Iglesias lembrou que a queda da taxa da mortalidade infantil é consequência direta de uma série ações realizadas pela municipalidade. Ele citou como exemplo o número de partos normais em Guarulhos, que passou de 44,56% em 2016 para 47,03% no ano passado, um crescimento de 5,7%. “Se você não faz a cobertura vacinal adequada, a taxa sobe. Se você não aumenta o número de partos normais, a taxa sobe. Se não realiza um pré-natal adequado, idem. E se não promover um atendimento adequado às crianças até o primeiro ano de vida também. Ou seja, há melhoras em diversas ações do atual governo que se traduzem na queda da taxa”, explicou.

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