Na manhã desta quinta-feira (29), diversas pessoas divulgaram pelas redes sociais o vídeo de uma mulher E.P.T., que acabou dando a luz no chão da recepção do Hospital Pimentas-Bonsucesso, localizado na rua São José do Paraíso, n° 100, no bairro do Pimentas.

Usuários que estavam presentes no momento em que houve o parto no hospital, não quiseram se identificar, porém, confirmaram a situação do parto, e disseram que a mulher teria sido informada por funcionários que teria de pegar a senha e passar na triagem para ser atendida, porém, a informação foi negada pela administradora do hospital, a empresa Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM).

A reportagem do HOJE questionou sobre o estado de saúde da mãe e do bebê, porém o sexo não foi revelado, mas o hospital alegou que ambos apresentaram um bom estado de saúde e estariam acomodados no alojamento conjunto.

Sobre a questão do parto, o hospital respondeu que a mulher já deu entrada na unidade em trabalho de parto, com o quadro de expulsão fetal. “O quadro da paciente (feto em expulsão) inviabilizava o encaminhamento da mesma para outro local, sendo que a equipe médica do HMPB foi forçada a realizar o procedimento na recepção da unidade, prontamente encaminhando a paciente e o recém-nascido ao Centro Obstétrico, para continuidade da assistência”.

“Além disso, a análise das imagens obtidas pelas câmaras de segurança do Hospital indica que o tempo entre a entrada da paciente na unidade e a realização do parto foi de apenas 4 minutos. Nas imagens é possível verificar também que a paciente foi atendida por 7 enfermeiros, 1 técnico de enfermagem e 1 médico”.

Além dessa questão, a direção do hospital também afirmou que não houve demora ou recusa no atendimento, além de afirmar que não procede a denúncia da falta de materiais na unidade.

Reportagem: Ulisses Carvalho

ulissescarvalho@grupomgcom.com.br

1 COMENTÁRIO

  1. Na fase de expulsão a dor não é intensa. E o bebê é expulso, esteja a mãe onde estiver. Parto natural hoje em dia, é raridade. Não vejo como um descaso. Essa mãe poderia ter seu filho em qualquer lugar. Lindo a natureza. Poderia ter ficado em casa, em seu conforto. Infelizmente é da cultura brasileira medicalizar algo que é natural. Logicamente uma gravidez de risco, essa sim, deve ser rigidamente ser acompanhada por médicos e especialistas. Por isso a importância do pré natal.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here