Sem muita produtividade nos últimos meses, a Câmara Municipal tem recorrido à realização das sessões extraordinárias para conseguir votar os projetos de lei, em especial da Prefeitura de Guarulhos, classificados com grau elevado de importância.

Para o vereador Rafael Zampronio (PSB), a palavra que explica o atual momento do Legislativo é ineficiência, enquanto Sérgio Magnum (PEN) espera que os debates no plenário sejam em cima de temas relevantes ao município.

“Para a população em geral a palavra ineficiência cai muito bem. Todos são representantes da cidade. Cabe aos políticos guarulhenses darem o exemplo. Estamos passando por momentos difíceis e já são quase dois meses que os trabalhos na Câmara não têm fluidez. A população perde e a Casa também”, lamentou Zampronio.

Já Magnum (PEN) entende que os acalorados debates entre oposicionistas e integrantes da situação [parlamentares que defendem as propostas do governo do prefeito Guti (PSB) na Câmara] estão trazendo prejuízos no andamento dos trabalhos do legislativo guarulhense.

“Estamos com 236 demandas pendentes para serem votadas. Acho que se a gente ficar debatendo situações que não são viáveis para a Casa ficar debatendo nós não vamos a lugar nenhum. Temos que trabalhar de uma forma mais rápida”, concluiu.

Na pauta do Legislativo desta terça-feira (12) estava previsto a avaliação de aproximadamente 240 requerimentos apresentados em sua maioria por vereadores da oposição. Os parlamentares também deixaram de votar, em mais uma oportunidade, a reorganização estrutural da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

Antônio Boaventura

antonio.boaventura@guaulhoshoje.com.br

Foto: Ivanildo Porto

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