Atualmente, estas duas prestações de serviço no município possuem acordos emergenciais entre a administração e as respectivas empresas. No entanto, o processo ainda aguarda o posicionamento dos órgãos de fiscalização para proporcionar o devido andamento desta operação. Para Edmilson Americano, é inevitável a contratação de terceiros para fazer a gestão destes serviços.

“Abrimos a licitação por que o município não tem know how para operar o aterro. Isso é muito complexo e estamos licitando para fazer a operação e manutenção. O contrato prevê a manutenção, operação e ampliação desse aterro, que é fase 9, que nos proporciona uma vida útil de mais de 1 ano”, explicou Americano.

O secretário também ressalta a transparência como um dos principais aspectos da confecção do edital de licitação, além de destacar a forte concorrência entre as empresas.

“Quem dá o preço são as empresas. Mas, quando você abre de maneira bem transparente e aberta o processo as empresas acabam reduzindo o seu lucro e tornando o processo bem mais competitivo. Reduzimos o contrato do aterro de R$ 2,1 milhões para R$ 1,4 milhão por mês. Num período de doze meses podemos atingir a economia de R$ 24 milhões”, concluiu

.Antônio Boaventura

antonio.boaventura@guarulhoshoje.com.br

Foto: Ivanildo Porto

1 COMENTÁRIO

  1. REALMENTE VIVEMOS NUMA IMPOSIÇÃO…OS ORGÃO DE MEIO HAMBIENTE E A POPULAÇÃO NÃO QUER UM ATERRO SANITARIO…MAS AS AUTORIDADES NÃO ESTÃO NEM AI…DURANTE OS PLEITOS ELEITORAIS, ELES DIZEM QUE ESTÃO DISPOSTOS A OUVIR O CLAMOR DA POPULAÇÃO, MAS DEPOIS DE ELEITOS, OS ELEITOS NÃO QUEREM NEM SABER DA POPULAÇÃO.

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