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Após um mês das três mortes no Jardim Vermelhão, ouvidor da PM diz que aguarda laudo de exames periciais

Reportagem: Ulisses Carvalho 

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Após completar um mês da tragédia que ocorreu durante uma baile funk na rua da Pátria, no bairro do Jardim Vermelhão, no qual ocasionou a morte de três pessoas, o ouvidor da Polícia Militar, Benedito Domingos Mariano, 59, destacou em entrevista telefônica ao HOJE, que aguarda o laudo da necropsia para analisar a causa da morte.

“A causa da morte ainda não está caracterizada se foi em razão do gás lacrimogênio ou por conta do pisoteamento. O que temos, é que o tumulto começou em razão das bombas da PM”, destacou o ouvidor, que instaurou o procedimento e também encaminhou para a corregedoria da Polícia Civil.

A investigação do caso em Guarulhos está com os policiais do 8° Distrito Policial. “Em resposta à matéria ‘Tragédia do baile funk completa 30 dias e ouvidor ainda aguarda laudo’, os laudos estão sendo finalizados e estão dentro do prazo. O IP instaurado pelo 8°DP de Guarulhos está em andamento e, por recomendação do MP e determinação da Justiça, foi alterado de homicídio com dolo eventual para homicídio culposo, cujo os autores seriam os demais frequentadores. A PM apura a conduta dos policiais envolvidos na ação por meio de um inquérito policial militar”, disse em nota a Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Entenda o Caso- A confusão no ‘Baile da VM’ como é conhecido, ocorreu no dia 17 de novembro ( sábado), e teria começado durante o show do canto de funk MC Kapela, após a chegada da PM. Houve muito correria e confusão, e três pessoas, teriam sido mortas após serem pisoteadas. As vítimas são o casal Marcelo do Nascimento Maria, 34 e Micaela Maria de Lima Lira, 27, e o jovem Ricardo Pereira da Silva, 21.

Desde a confusão no baile funk, Prefeitura afirma que não recebeu mais denúncias

Desde o episódio que culminou nas três mortes no Jardim Vermelhão, prefeitura alegou através de nota, que não autoriza eventos que possam causar incômodo ou que apresentem riscos para a população. “A Prefeitura ressalta que, desde então, não houve denúncias de baile funk no local mencionado”.

O pancadão estaria ocorrendo há seis anos no bairro e já foi alvo de operações em conjunto no inicio do ano entre a PM e a Guarda Civil Municipal (GCM).

Foto: Divulgação 

 

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