A família da recepcionista Jucilene da Cunha, 34, que teria sofrido uma tentativa de homicídio ao levar duas facadas do ex-namorado que tem mandado de prisão em aberto e continua foragido da justiça, o locutor Luciano dos Santos Lima, 44. Segundo a irmã de Jucilene, a executiva de vendas Janaína Cunha Laranjeira,34, o acusado teria tentado visitar a paciente que segue internada no Hospital Padre Bento no domingo (08) e terça-feira (10), porém, em ambas as vezes, foi impedido pelo segurança do hospital porque não estava no horário de visitas.

“Além das tentativas de visita, ele fica me mandando mensagens pedindo desculpas e circulando de carro pela rua onde moro”, afirmou Janaína. O caso de tentativa de homicídio ocorreu na noite do domingo (08), na rua Crissiumal, n° 122, no bairro Jardim Vila Galvão, por volta das 22h, quando Jucilene estava na casa do atual namorado, Anderson Afonso Nicolau, 34, professor de capoeira, e Lima teria invadido a casa, esfaqueando Nicolau na região do estômago e também teria desferido duas facadas em Jucilene, sendo uma próxima do rosto e outra próxima ao peito, de acordo com a irmã da vítima.

O caso foi registrado no 2° Distrito Policial, e um inquérito segue em aberto, já que foi expedido desde segunda-feira (09), um mandado de prisão contra Lima. “Ele é um psicopata, batia na minha irmã e a proibia de falar com as próprias filhas. Ele achava que ela era somente dele”, revelou Janaína.

O Hospital Padre Bento  não confirmou se houve realmente a tentativa de visita, porém, afirmou que a família conversou a respeito deste assunto com o hospital, e que a segurança já estaria avisada a acionar a polícia em caso de uma possível visita. O casal segue internado no hospital em estado estável.

A reportagem do HOJE entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a respeito de o acusado estar tentando visitar a vítima. “A Polícia Civil solicitou a prisão temporária do suspeito e realiza buscas para localiza-lo”. Lima não teria aceitado o final do namoro,  que teria acabado há três meses, e estaria perseguindo a vítima. “Ele seguia minha irmã até de taxi, e foi persegui-la no trabalho”, disse Janaína.

Reportagem: Ulisses Carvalho

ulissescarvalho@grupomgcom.com.br

 

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