Coluna 35

Down é UP!

A representante da ONG Minha Down é UP!, Danieli Hernandes, utilizou a tribuna da Câmara nesta quarta-feira para defender que a Organização fundada por ela mereça ser reconhecida como sendo de Utilidade Pública. A proposição foi apresentada pelo vereador Fausto Miguel Martello e já reuniu toda documentação necessária para garantir sua aprovação. Danieli falou um pouco sobre as dificuldades de ser mãe de quem tem filhos com essa condição genética e de como enfrentou essa realidade. Orientada ao aborto, quando soube da condição de seu bebê, Dani garante: “Minha filha Sofia mudou minha vida para melhor”. Com o reconhecimento de Utilidade Pública, a ONG poderá obter recursos junto aos setores público e privado ampliando a oferta de atendimento a um universo de cerca de 3 mil crianças com a síndrome na cidade. Que os parlamentares mereçam um UP!       

Alemão na área

Quem assumiu uma cadeira na Câmara, ontem, foi o suplente Raimundo Menezes do Patriota. Da região do Vila Carmela, Raimundo ocupará o lugar da titular Sandra Gileno por 15 dias. Raimundo quase não assumiu por conta de questões técnicas que foram resolvidas por ninguém menos do que o ex-vereador Sebastião Bispo, o Alemão, que tomou posse semana passada como secretário de Assuntos Legislativos. “Não tomei posse para ser figurativo”, afirmou Alemão.

A Taxa

A polêmica Taxa Ambiental ou Taxa do Lixo chegou para dividir opiniões na cidade. Para explicar os motivos dessa implantação, o prefeito Guti fez uma Live de quase 30 minutos, onde respondeu perguntas previamente gravadas da população. Guti falou sobre a obrigatoriedade da cobrança, explicitada na Lei Federal 14.026/20 e das consequências a que ele estaria exposto, caso não cumprisse o exigido. O prefeito também chamou atenção para uma possível interrupção da cobrança, caso seu Projeto de Lei, que prevê a taxação ambiental das aeronaves que circulam pelo Aeroporto Internacional. Quem sabe?

De ouro

A palavra é de prata, o silêncio é de ouro. Jorginho Mota falava na tribuna, mas teve de parar e pedir ao presidente que pusesse ordem na sessão, pois não era ouvido por ninguém. Martello, seguindo no piloto automático iniciou o tradicional: “peço aos vereadores que façam silên…”, mas interrompeu a frase, quando se tocou que era ele mesmo quem chamava seus colegas em tom elevado. Foi mal.

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