A quase 90 dias do encerramento do contrato com o Instituto Gerir, que administra no município o Hospital Municipal de Urgências (HMU), Hospital Municipal da Criança e do Adolescente (HMCA) e Policlínica Paraventi desde maio do ano passado, a prefeitura revelou que vai promover processo de licitação para a gestão daquelas unidades.
Entretanto, o governo municipal apenas se limitou a informar que este procedimento está em estudo, sem revelar qualquer prazo para sua publicação ou se há tempo hábil para concluir todo processo até o encerramento do contrato com a entidade goiana. Mas, a administração pública não descarta a possibilidade de prorrogar o contrato com o Instituto Gerir.

Outra possibilidade aventada pela prefeitura é a de realizar o processo de contratação de forma individual, diferente do modelo adotado pela atual gestão no ano passado, quando repassou a administração do HMU, HMCA e da Policlínica Paraventi. O valor do acordo entre as partes é de pouco mais de R$ 162 milhões por ano.
Esta iniciativa do governo local foi alvo de matéria do poder judiciário, que por algumas oportunidades contestou o modelo de negociação, além de suspender o convênio por apontar possíveis irregularidades na formalização do acordo entre as partes. No entanto, a manutenção do Instituto Gerir na administração daquelas unidades somente foi possível por conta dos recursos impetrados pela prefeitura.

No último mês, funcionários do Hospital Municipal de Urgências (HMU) reclamaram de salários atrasados. O HOJE apurou que o pagamento deveria ser realizado no quinto dia útil deste mês, porém, não foi efetuado, e a informação de acordo com os trabalhadores do hospital, que pediram para não ser identificados, é de que o departamento de recursos humanos teria afirmado que o atraso salarial é por falta de repasse da prefeitura.

Reportagem: Antônio Boaventura
antonio.boaventura@guarulhoshoje.com.br

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