Prefeitura pretende regulamentar o uso de drones no espaço aéreo da cidade

Antônio Boaventura

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Além das aeronaves que circulam no espaço aéreo de Guarulhos, os drones também se tornaram uma realidade. De acordo com William Paneque, secretário de Desenvolvimento Científico, Econômico, Tecnológico e de Inovação (SDCETI), é necessário regulamentar a circulação destes equipamentos para que possa garantir de forma segura a ocupação daquele ambiente espacial.

Segundo Paneque, esta iniciativa é inédita no País. O mesmo ressaltou que a proposta está em análise e estudo para que seja enviada à Câmara Municipal para avaliação dos 34 parlamentares. No entanto, ainda não existe qualquer data para que a proposta possa ser concluída, enviada ao legislativo guarulhense e tampouco ser incorporada na pauta de votação do parlamento.

“Estamos também debruçados em uma lei de vanguarda, que é a regulamentação dos drones e objetos alçados no espaço aéreo. Hoje temos um alto número de drones e precisa ser regulamentado, até por que temos um aeroporto. É uma lei inovadora de não existe um precedente no País e em breve estaremos trazendo nesta Casa de Leis”, explicou William Paneque, secretário da SDCETI.

Apesar de ter a missão de divulgar o nome da cidade de diversas formas, bem como suas ações, incluindo aquelas que estão ligadas ao turismo, a SDCETI terá um orçamento previsto de pouco mais de R$ 1 milhão para 2020. Entretanto, o custeio de suas atividades para o ano seguinte é de R$ 920 mil. Ou seja, seu potencial de investimento é de apenas 8%.

“Nós temos o firme propósito de fazer a intersecção entre a cadeia produtiva e o poder público. Acreditamos em política de continuidade. Superamos os desafios e conseguimos entregar o que foi prometido. Temos um grande modal em nossa cidade, que é o aeroporto, e temos que explorar e inserir no tecido urbano de forma inteligente”, concluiu.