Coluna 35

Fim da pandemia?

No shopping Internacional a pandemia parece ter terminado. No último sábado, 22, a praça de alimentação estava lotada e até havia disputa por mesas e cadeiras. Nada de pessoal fazendo limpeza ou higienização. Pior ainda no parque de diversões Neo Geo onde o controle não dava conta de limitar efetivamente os frequentadores e sequer os brinquedos eram higienizados. Nos jogos eletrônicos não havia nenhuma orientação ou oferta de material como álcool em gel e muitas crianças sem máscaras. Tudo como se nada estivesse acontecendo. Fiscalização? Nenhuma.

Vírus seletivo

Supermercados também parecem locais imunes a Covid19. Embora existam lojas que coloquem detectores de temperatura na entrada, há falhas de frequência de funcionários que devem orientar a obrigatoriedade do uso do sistema e muita gente entra sem nem perceber a existência do termômetro eletrônico. Aliás, até mesmo a limitação de pessoas por família é deixada de lado em muitas lojas. Ou a fiscalização se torna mais atuante ou os números de contaminação seguirão altos.

Só provocando

Passou meio despercebida a notícia de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ainda em novembro de 2020, havia identificado 64 mil beneficiários do auxílio emergencial que constaram como doadores de campanha para candidatos a prefeitos e vereadores Brasil afora. Os “patriotas nota 1000” foram responsáveis pelo incremento financeiro nas campanhas com mais de R$ 54 milhões. Há quem acredite que realmente alguém tenha recebido R$ 300 do Governo Federal e doado R$ 500 para algum candidato, mas para o Ministério Público, nem tanto. O problema é que o MP ainda está analisando o que fazer com essas contas “mágicas” e, enquanto isso, só tem se movimentado quando algum nome surge denunciado, ou seja, só quando provocado. Será que existe algum caso em Guarulhos?

Chá de banco

O vereador Geraldo Celestino (PSC), literalmente, tomou um “chá de banco” na agência do Banco do Brasil da Rua Luís Gama, região central. Segundo relato do parlamentar no Facebook, foram 2 horas de espera só para entrar na agência, na última terça-feira, 25. Choveram casos de gente comum narrando casos de mais de 4 horas de espera por um atendimento. Será que o tema entrará na pauta da Comissão de Direitos do Consumidor ou vão chamar o Xerife?   ­­­­