Luta pela Paz: ONG trabalha em comunidades afetadas pela desigualdade e violência

Foto: Hoje TV

Comandado pelo jornalista Maurício Siqueira, o HOJE TV desta terça-feira (24) contou com a participação de Lucas Felipe, articulador da ONG Luta Pela Paz, que trabalha em comunidades afetadas pela desigualdade e violência em vários países para que jovens possam se desenvolver e contribuir para a construção de sociedades seguras e inclusivas.

A Luta pela Paz atua globalmente apoiando os jovens por meio de academias no Rio de Janeiro e em Londres, na Inglaterra, através de alianças com parceiros presentes em 17 países, treinados em sua metodologia e nas comunidades através de coletivos, onde trabalham no desenho e implementação de soluções colaborativas de desenvolvimento de jovens e prevenção da violência. No Rio de Janeiro, a ONG existe há mais de 20 anos e está chegando também em Guarulhos.

“Eu simpatizei muito com o propósito da ONG e decidi topar essa nova missão. Ela trabalha com jovens em situação de risco e vulnerabilidade, trazendo-os para o esporte e a educação, atuando como um agente transformador dentro das periferias. No Rio de Janeiro, a Luta pela Paz está centralizada na Maré, que é uma das principais favelas do Brasil. Um local aonde existe a ausência do Governo do Estado, o que acaba gerando violência e tornando a região tomada pela criminalidade”, afirmou.

De acordo Felipe, somente este tipo de projeto social é capaz de realizar alguma transformação dentro dos espaços periféricos. “Isso é o que a Luta pela Paz se propôs a fazer, durante um bom tempo, aqui em Guarulhos e com isso criou-se o projeto chamado Comunidade Segura. Ele trabalha com famílias que estão em áreas de riscos, mais especificamente nas que estão localizadas próximas às faixas de dutos da Petrobras”, disse.

Na ONG são oferecidas oportunidades para as famílias. “Existem atividades esportivas, que estão acontecendo neste momento no Coliseu Boxer e na Associação dos Moradores do Jardim Centenário. No total são 13 modalidades e todas elas possuem professores qualificados. Nós contamos com uma estrutura ideal para adolescentes e jovens até os 29 anos, que é o principal público da ONG. Também oferecemos cursos de inclusão produtiva para aqueles que estão saindo do Ensino Médio, pois com a pandemia, o número de desempregados nesta faixa etária só aumentou, e quando se fala em jovens periféricos, esse número aumenta ainda mais, afinal, as oportunidades de educação e profissionalização são ainda menores”, ressaltou.

O programa vai ao ar de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 9h, e pode ser acessado no Facebook (guarulhoshoje), YouTube (HOJE TV) ou pelo site www.guarulhoshoje.com.br.

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