A produção de água potável do Saae hoje corresponde a cerca de 13% do consumo de toda a cidade. Os outros 87% são adquiridos da Sabesp. Os sistemas produtores próprios, operados pelo Saae, utilizam captações superficiais e subterrâneas, por meio das Estações de Tratamento de Água (ETAs) Cabuçu (6%) e Tanque Grande (3%), além de 28 poços tubulares profundos (4%) espalhados pelo município.
Dos 87% do Sistema Adutor Metropolitano fornecidos pela Sabesp, 74% vêm do Sistema Cantareira e 26% do Alto Tietê.

No entanto, para garantir abastecimento diário a 100% da população sem a necessidade de rodízio, uma prática que perdura há décadas na cidade, Guarulhos precisaria disponibilizar 4.700 litros por segundo. Até o final de 2016, o município recebia da Sabesp 3.000 litros por segundo, configurando uma carência de 1.500 a 1.700 litros por segundo.

No início de 2017, a Sabesp passou a oferecer 3.700 litros por segundo, vazão máxima que o Saae tem a capacidade de distribuir. Devido à falta de investimentos na expansão da rede de armazenamento e distribuição nos últimos 16 anos, a autarquia ainda não tem capacidade de abastecer o município inteiro.

Graças ao aumento de 700 litros por segundo no fornecimento de água, hoje 60% da população recebe água todos os dias nas torneiras no sistema de rodízio. Os demais 40% tiveram o período de rodízio (período sem abastecimento) diminuído sensivelmente.

 

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