O índice de cobertura em coleta de esgoto em Guarulhos é de 89%, segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento – SNIS 2014 (dados oficiais disponíveis para o setor de saneamento). No entanto, o esgoto doméstico não chega às Estações de Tratamento (ETEs), sendo despejado in natura nos córregos da cidade. Guarulhos trata hoje cerca de 7,5% do seu esgoto. Mas, a partir da gestão da Sabesp na cidade, essa triste realidade vai mudar.
O Saae conta com os subsistemas de tratamento São João, Bonsucesso e Várzea do Palácio, cujas ETEs teriam a capacidade de tratar 17% dos dejetos do município. Mas a falta de rede coletora faz com que as ETEs sejam subutilizadas.
O índice de tratamento equivalente a essa capacidade será atingido ao longo do tempo, com a complementação do sistema de interceptação e a interligação dos sistemas domiciliares ao sistema público. Isso funciona assim na imensa maioria dos empreendimentos, sejam eles públicos ou privados.
Conforme o Plano Diretor do Sistema de Esgotamento Sanitário (PDSE) do Município de Guarulhos, a cidade é dividida em sete subsistemas de tratamento de esgoto, compostos por obras como redes coletoras, coletores-tronco e interceptores, além das ETEs, que são obras de grande porte e visibilidade.

 

Os sete subsistemas

 

– São João – em operação desde 27 de setembro de 2010;
– Bonsucesso – em operação desde 11 de dezembro de 2011;
– Várzea do Palácio – em operação desde 30 de junho de 2014;
– Cumbica/Pimentas – Para encaminhar os esgotos até a ETE São Miguel, que integra o Sistema Metropolitano. As obras estão paradas;
– Centro, Cabuçu e Fortaleza – Obras paradas.

 

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