As três partidas sem vitória do Palmeiras sob o comando de Alberto Valentim, depois de a equipe chegar a depender apenas dela para ficar com o título brasileiro, gerou revolta dos torcedores.
Com a frase “Felipe Melo + 10” pichada no muro do Allianz Parque após a derrota para o Vitória, por 3 a 1, na quarta (8), o torcedor mostra que cresce o clamor pela entrada do volante no time titular.
Muitos palmeirenses acreditam que o camisa 30 poderia deixar esse time mais cascudo. Na visão de parte da torcida, o Palmeras “pipocou” nos momentos decisivos este ano e a presença do volante em campo daria mais brio para os jogadores.
O ano de Felipe Melo, contudo, tem sido um misto de pouco futebol e muitas polêmicas.
Ao todo, ele fez 29 partidas e marcou dois gols. Foram 14 vitórias, quatro empates e sete derrotas com ele em campo, um aproveitamento de 52,8%. Felipe Melo atuou nas eliminações do Paulistão, para a Ponte Preta, e da Copa do Brasil, diante do Cruzeiro.
Na queda do time na Libertadores, contra o Barcelona-EQU, não ficou nem sequer no banco, já que estava afastado. No Brasileiro, atuou em sete jogos.

POLÊMICAS
A briga com jogadores do Peñarol-URU, na Taça Libertadores, que teve como pivô declaração do volante, em sua primeira entrevista pelo Palmeiras, dizendo que se fosse necessário daria tapa na cara de uruguaio, foi a primeira grande polêmica dele.
Após perder a partida, os uruguaios partiram para cima do camisa 30 e houve confusão. Melo cumpriu três jogos de suspensão na Libertadores.
Na Copa do Brasil, após eliminação para o Cruzeiro, o atleta entrou em conflito com o técnico Cuca.
Um áudio seu chamando o treinador de “mau-caráter” vazou e ele foi afastado.
Após pouco mais de um mês treinando em separado, o volante foi reintegrado por pressão da diretoria.
Desde que voltou, no início de setembro, jogou só 20 minutos. Mesmo na reserva, envolveu-se em uma briga com Clayson no Dérbi.

(Folhapress)
Foto: Reprodução/Terra

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